Organização do EFC Brasil justifica incidentes da feira

Shogun marcou presença no EFC

A Expo Fighting Championship (EFC Brasil) surgiu como uma idéia inovadora na qual visava ser a primeira feira sobre lutas em território nacional. Porém, os atletas que lutariam no evento, e os treinadores, que ministrariam seminários, reclamaram de não receber seus salários e o último dia da exposição acabou cancelado.

 

Um dos organizadores do show, Alessandro Campanini, procurou o SUPER LUTAS e nos encaminhou uma carta aberta, afirmando que o problema foi gerado pela Associação de Submission de Freestyle do Interior Paulista, parceria da Box Propaganda (empresa da Alessandro) no evento.

 

“A Box Propaganda é empresa idealizadora e realizadora do evento denominado EFC Brasil, em sociedade (30%) com a ASFIP (Associação de Submission de Freestyle do Interior Paulista). Como toda ‘primeira’ feira, sempre contamos com alguns erros e podemos afirmar que nós da organização da EFC Brasil cometemos apenas um: o de firmar um contrato de parceria com a Associação de Submission Freestyle do Interior Paulista”, dizia o inicio da carta aberta. Ainda durante o texto, a empresa Box Propaganda afirma que representantes da ASFIP causaram todos os tumultos do segundo dia de evento.

 

“Ficamos sabendo que a Sra. Adriana (uma das responsáveis pela ASFIP), que até agora não conseguiu explicar o porquê da sua Associação não conseguir atletas para gerarem renda para honrarem seus compromissos e também ainda não explicou onde foram parar os pagamentos dos atletas de sábado, muito menos onde foram parar as 300 pulseiras que eles pegaram, reuniu-se com os expositores e afirmou que a organização estava fugindo com mais de R$ 60.000,00 em dinheiro vivo, dinheiro este que até agora não vimos a cor”.

 

Apesar de todos os problemas, na carta aberta, Alessandro Campanini e seu sócio Álvaro Froldi, afirmam que os atletas já começam a ser pagos

 

“Estamos tomando as devidas providencias contra aqueles que, direta ou indiretamente, nos acusaram de ladrões e caloteiros, além de daqueles que ameaçaram nossos funcionários e nossas famílias. Também deixamos claro que a BOX PROPAGANDA se responsabiliza e que, tão logo resolva essas pendências, cumprirá com todas as suas obrigações financeiras juntos aos fornecedores, patrocinadores e atletas”.

 

Para ler a carta aberta na integra, acesse o site da feira, clicando aqui

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