Bate-Estaca revela ajuda de ‘espião’ para Joanna: ‘Foco nos chutes’

Brasileira, que desafiará campeã em maio, é empresariada por mesmo agente que já cuidou da carreira da adversária

Jéssica vai buscar título palha para o Brasil (Foto: UFC)

Jéssica vai buscar título palha para o Brasil (Foto: UFC)

A desafiante ao título dos palhas, Jéssica “Bate-Estaca” Andrade, tem tido uma valiosa ajuda nos treinamentos para enfrentar a campeã Joanna Jedrzejczyk, em duelo que ocorre no dia 13 de maio, no UFC 211. A brasileira tem conseguido boas dicas com seu empresário, Tiago Okamura, que já trabalhou com a polonesa.

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“Bate-Estaca” revelou, em entrevista ao programa “Revista Combate”, que deve utilizar muito os chutes baixos durante o combate, pois Joanna teria problemas em evitá-los e tem a “perna fraca”, segundo lhe confidenciou Okamura.

“Ele me deu muitas dicas de estratégia, de onde a Joanna é mais fraca. Essa parte de chutes foi ele que me falou. Me passou alguns macetes, isso foi muito bom. A gente sempre tem alguém a mais para dar uma dica, mas é sempre confiar no que a sua equipe te passar, no bom trabalho que a sua equipe faz”, comentou a brasileira.

Ainda falando sobre a estratégia, Andrade disse que pretende tomar lições da luta de Joanna com a também brasileira Claudia Gadelha, que ocorreu em julho do ano passado. Na ocasião, Claudinha levou vantagem no começo do combate, mas cansou e permitiu que a campeã dominasse os rounds finais e mantivesse o cinturão.

“Estou preparada para tudo. Acho que o diferencial vai ser uma queda no final ou um trabalho de grade no final. Como ela é muito explosiva, também vem muito para cima. Acho que vou travar, sempre esperar ela vir primeiro e trabalhar no contragolpe. Vou tentar fazer com ela o que ela faz contra as adversárias dela. O feitiço voltando contra o feiticeiro. Quando ela lutou com a Claudinha, a Claudinha usou muito a grade e o gás dela nos primeiros rounds. Ela venceu os primeiros, mas não contava que a Joanna ia aguentar tanto até o final, aí o gás dela acabou. Mas acho que tem que dosar”, analisou.

 

 

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