Organização de MMA inova e promete salário mensal aos lutadores

WSOF, organização presidida por Ray Sefo, mudará formato e será a primeira a pagar mensalmente os lutadores da companhia

WSOF inovará a partir de 2018. (Foto: Divulgação)

WSOF inovará a partir de 2018. (Foto: Divulgação)

O WSOF (World Series of Fighting) será reformulado a partir de 2018, a começar pelo nome. A organização anunciou que passará a se chamar PFL (Professional Fighters League), e vai adotar um formato similar ao das maiores ligas de esportes coletivos dos EUA, com temporada regular e disputa de playoffs para definir os campeões.

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Ao todo, serão sete categorias de peso competindo por um prêmio de US$ 10 milhões (cerca de R$ 31,5 milhões), com cada campeão recebendo US$ 1 milhão (R$ 3,15 milhões), enquanto os US$ 3 milhões (R$ 9,5 milhões) restantes serão divididos com os outros lutadores do elenco. Outra novidade fica por conta dos salários. De acordo com o site “MMA Fighting”, que obteve um e-mail enviado aos atletas por Ray Sefo, presidente da franquia, todos os lutadores serão pagos mensalmente, algo até então inédito no mundo do MMA, uma vez que todos os atletas só recebem por luta.

Fundado em 2012, o WSOF já realizou 37 eventos, e atualmente conta com 100 lutadores em seu plantel, incluindo cinco campeões: Bekbulat Magomedov (peso galo), Andre Harrison (peso pena), Justin Gaethje (peso leve), Jon Fitch (peso meio-médio) e Blagoy Ivanov (peso pesado). Contudo, ainda não foi revelado quais e quantos atletas serão contratados pela nova liga.

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