Cyborg e campeã do Invicta acertam duelo para o UFC 214

Lutadoras conversaram em programa norte-americano e pediram para se enfrentar em evento no final de julho

M. Anderson (esq) pode pegar C. Cyborg (dir) (Fotos: IFC e UFC/Montagem: Super Lutas)

M. Anderson (esq) pode pegar C. Cyborg (dir) (Fotos: IFC e UFC/Montagem: Super Lutas)

Cris Cyborg pode não enfrentar Germaine De Randamie, campeã peso pena do Ultimate, no UFC 214, como queria. Mas isso não significa que a brasileira não irá lutar com uma dona de cinturão. Em entrevista ao programa “The MMA Hour”, Cyborg admitiu que gostaria de lutar contra Megan Anderson, atual dona do título peso pena do Invicta, que já foi seu.

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A brasileira desistiu do cinturão do Invicta para se concentrar em buscar o título do UFC, mas De Randamie está passando por problemas pessoais e não deve conseguir lutar no UFC 214. Com isso, Cris pode enfrentar a australiana Anderson, que era campeã interina na promoção exclusivamente feminina, e foi promovida a dona do título linear com a desistência da brasileira. As duas foram convidadas do programa e “combinaram” de lutar.

“Espero que ela já tenha falado com a Shannon (Knapp, presidente do Invicta). Espero que ela não queira fazer nome em cima de mim. Pessoas gostam de falar que querem lutar comigo, mas nos bastidores não é bem assim. Elas negam lutas. Se você quer, tem que falar com os promotores. Acho que seria grande. Ela é peso-pena, é mais alta do que eu, e eu gostaria de lutar com alguém maior do que eu ao voltar para minha divisão. Acho que essa luta deveria ter sido pelo cinturão já em primeiro lugar”, declarou Cyborg, que ligou para o “The MMA Hour” durante a entrevista de Anderson.

A australiana, então, garantiu que está falando sério e pretende deixar o Invicta para lutar no UFC. As duas promoções são parceiras, com o Ultimate sendo dono do IFC, e transmitindo os shows do evento em sua plataforma online, o UFC Fight Pass.

“Eu sempre expressei que gostaria de dar um passo à frente, para o UFC. Não foi algo falado ainda, mas eu gostaria que o UFC viesse a mim e falasse: “Vamos começar as negociações”. Eu sinto que é uma luta que deveria ter acontecido. Agora é a hora. Se Germaine não estiver apta a lutar, vamos coroar a campeã do povo. Eu não preciso de mais tempo. O dia 29 está bom para mim”, comentou Anderson ao “The MMA Hour”.

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