Marquardt diz ser fã de Belfort e crava respeito: ‘É um cara incrível’

Norte-americano vai enfrentar Belfort no card principal do UFC 212, neste sábado, no Rio de Janeiro

Marquardt enfrenta Belfort neste sábado (03). (Foto: Facebook)

Marquardt enfrenta Belfort neste sábado (03). (Foto: Facebook)

Último adversário de Vitor Belfort no UFC, o peso médio Nate Marquardt não esconde a satisfação com o duelo. Com um discurso respeitoso, o norte-americano se diz animado por enfrentar o ‘Fenômeno’, a quem se considera um fã, no UFC 212, neste sábado, no Rio de Janeiro.

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“Estou muito animado por estar aqui no Rio, por enfrentar o Vitor no Brasil. Até agora, só consegui sair para jantar, mas estou feliz por estar aqui. Com certeza fiquei contente por ser a última luta do Vitor no UFC. Sou, definitivamente, fã do Vitor Belfort. Ele é um ótimo lutador, acompanhei a carreira dele por muitos anos. Ele é um cara incrível, tenho muito respeito por ele. Me sinto honrado por estar nessa luta”, declarou Marquardt, em entrevista ao site ‘Combate.com’.

Atuando pela segunda vez  o Brasil – ele enfrentou Thiago Marreta no UFC 198, em Curitiba, Marquardt garante que não se intimada com as vaias da torcida. De acordo com ele, as provocações extra octógono não o atrapalha durante o combate.

“Não estou preocupado com os gritos da torcida, eu não entendo português (risos). Brincadeira… Isso não me incomoda, não vejo motivos para me preocupar. Quando você entra na luta e foca nas técnicas, isso não tem importância. A pressão da torcida não me incomoda, porque quando entro no octógono, estou completamente focado no meu adversário. Tudo em volta desaparece. Eu assisti o Vitor por muitos anos, sei que tipo de lutador ele é, ele é um grande lutador, muito explosivo. Ele busca finalizações, isso não vai mudar por causa do lugar onde ele está lutando ou as circunstâncias da luta”, disse o americano, que completou afirmando que Belfort tem condições de continuar lutando em alto nível.

“Não estou em posição de dizer o que ele deve fazer ou não com a carreira. Ele teve uma carreira bastante longa e de sucesso. Como eu disse, ele teve uma boa performance mesmo nas derrotas. Não há motivos para eu dizer: “Ele deveria aposentar”. Ele vem lutando bem contra lutadores significativos no mundo. Se ele quer continuar lutando, eu diria que é isso que ele deveria fazer”, concluiu.

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