Woodley admite que irá evitar ir para o chão com Demian: ‘Seria um idiota’

Prestes a enfrentar Demian, Woodley foi sincero em revelar que não quer ir para o chão com o brasileiro

Woodley enfrenta Demian neste sábado (29) (Foto Reprodução/Youtube UFC)

Woodley enfrenta Demian neste sábado (29) (Foto Reprodução/Youtube UFC)

Não é novidade para ninguém que ir para o chão em uma luta com Demian Maia é prejuízo para qualquer lutador. Até mesmo para Tyron Woodley, atual campeão dos meio-médios e que enfrenta o brasileiro no UFC 214, neste sábado, em Anaheim (EUA). Embora seja um wrestler condecorado, tendo competido em alto nível na modalidade nos Estados Unidos, o próprio Woodley admite que evitará a qualquer custo ir para o solo com o craque de jiu-jítsu.

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“Eu seria um idiota se eu saltasse na sua meia-guarda e achasse que iria finalizá-lo e vencer desta forma, mas é claro que se eu entrar nesta posição, sou treinado, versado e estarei preparado para neutralizá-lo. Tudo que preciso fazer é neutralizá-lo no chão, não permiti-lo avançar, não permiti-lo chegar às minhas costas ou a uma posição em que eu possa ser finalizado. Obviamente, em pé, tenho uma enorme vantagem, sou mais forte, mais rápido, sou um striker melhor, e tenho o maior percentual de defesa de quedas na história do UFC – não só no meio-médio, sou tipo o segundo colocado em geral, entre todas as divisões. Vou ser um cara difícil de ser derrubado, especialmente quando podemos dar socos”, declarou Woodley, em entrevista ao site do canal Combate.

Com três finalizações nas últimas cinco lutas, Demian impressionou não só pelas vitórias, mas também pela facilidade em que controlou seus adversários no chão. De acordo com Tyron, o erro das vítimas do brasileiro foi ter subestimado o grappling do paulista, o que ele garante que não se repetirá.

“Eu o levo a sério. Acho que foi nisso que os outros falharam, (pensaram) “Ah, não é tão ruim, olha as quedas, vou defender”, mas quando eles entram lá com ele, ele nunca para de tentar te derrubar. Eu me coloquei numa posição em que tenho parceiros de treino com a mesma mentalidade, que lutam o mesmo estilo, que lutaram com ele antes, e isso me ajudou a preparar para a pressão mental que ele coloca, porque ele não ataca de uma maneira ortodoxa”, concluiu o campeão.

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