Cesar Almeida explica sentimento inusitado ao nocautear brutalmente última vítima no UFC

Brasileiro faturou bônus de performance da noite após derrotar Abdul Hazak Alhassan no octógono; veterano revela que feito foi inédito

Cesar Almeida derrotou Abdul Razak Alhassan no UFC Las Vegas 101. Foto: UFC News

Cesar Almeida derrtou Abdul Razak Alhassan no UFC Las Vegas 101. Foto: UFC News

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Protagonista de um dos nocautes mais brutais na história do MMA, Cesar Almeida relembrou momento de emoção vivido em sua última luta quando derrotou Abdul Hazak Alhassan. Após ter se recuperado de mau momento, o brasileiro aplicou contragolpe fatal e descreveu sensação inédita e de poder que teve ao perceber resultado do soco contra rival.

“(Foi um) cruzadão (golpe usado) gostoso. Nunca tinha nocauteado ninguém assim, foi bom para caralh*, tá maluco. Que sensação gostosa, foi fod*. É uma sensação que você é poderoso, que você tem poder e pensa: ‘posso matar alguém’. É doideira. Imagina sem luva? Eu posso matar alguém, isso é uma arma, é doideira”, declarou Cesinha em entrevista ao Connect Cast.

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Charles do Bronx é ex-campeão do UFC. Foto: Reprodução/Instagram/UFC India

Ao continuar com fala, Cesar destacou inspiração em Anderson Silva e falou sobre perigo de conectar golpe no momento exato.

“Eu vejo muito o Anderson (Silva) falar as paradas, sou fã do Anderson. Tempo né? Aquele golpe que o cara não vê. Ele (Alhassan)não viu (o golpe vindo). Ele veio babando ali, para jogar aquela outra mão, meio que empurrando e acabou. Somos fortes, todo mundo é forte, a mão já é pesada. Tem uns caras fora do comum, tipo o Alex (Poatan). A gente lutando com 100kg a mão tá forte, é caixão. É de encontro, (lei) de Newton”, concluiu.

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Abdul Hazak Alhassan foi brutalmente nocauteado por Cesar Almeida. Foto: Reprodução/UFC

Referência no kickboxing e galgando passos no UFC, Cesinha se recupera de cirurgia realizada no joelho e tem expectativa de retornar ao octógono ainda em 2025. Ganhador de bônus de performance da noite ao nocautear Alhassan, o brasileiro também foi responsável pela demissão do adversário, que não teve mais oportunidade de seguir como funcionário após derrota.

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