Alex Poatan explica obsessão pelos treinos e faz reflexão sincera sobre a vida de lutador

Alex Poatan revela como lida com a rotina extrema de treinos e destaca a necessidade de ir além dos próprios limites

Poatan

Poatan focado antes de lutar no UFC. Foto: Reprodução/Facebook/UFC

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Alex Poatan abriu o jogo sobre a rotina intensa de preparação para o UFC Casa Branca, no dia 14 de junho, em Washington D.C. (EUA), e explicou por que mantém uma relação quase obsessiva com os treinos. Durante o pré-camp realizado em Sobrália, Minas Gerais, o brasileiro falou sobre disciplina, superação e a necessidade de realmente amar a luta para suportar a exigência física e mental da carreira no MMA.

Em vídeo publicado em seu canal no YouTube, enquanto realizava uma sessão de musculação na academia, o ex-campeão dos médios (até 83,9 kg) e meio-pesados (até 93 kg) refletiu sobre o esforço diário necessário para seguir no mais alto nível do esporte. Segundo ele, muitas pessoas questionam como consegue treinar tão forte todos os dias, mas a resposta está justamente em ultrapassar os próprios limites.

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Poatan, que enfrenta Ciryl Gane pelo cinturão interino dos pesos pesados (até 120,2 kg) na Casa Branca, explicou que a preparação constante faz parte da mentalidade de quem quer permanecer no topo e que, para ele, esse processo exige dedicação extrema e disposição para ir além do conforto.

“Velho, quem treina todo dia assim parece até um maluco, né? Muita gente me pergunta isso: ‘Pô, como você consegue?’. É isso aí, velho. Estar aqui treinando, tirando do seu limite e sempre procurando um pouquinho mais”, disse.

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Alex Poatan

Alex Poatan após luta no UFC. (Foto InstagramUFC Canada)

O brasileiro também destacou que todo esse sacrifício ganha ainda mais sentido quando chega o momento de entrar no octógono. Para Poatan, toda a carga emocional, física e mental acumulada durante o camp aparece de forma ainda mais intensa na hora do combate.

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“Na hora da luta, é todo esse sentimento aqui e muito mais. A sensação de uma luta é sinistra, não dá nem para descrever”, afirmou.

Por fim, além da parte técnica e física, o paulista também fez uma reflexão sobre a escolha pela carreira de lutador. Ele ressaltou que, diferente de outras profissões, no MMA não é possível obrigar alguém a seguir esse caminho apenas por influência familiar.

“Primeiro lugar: tem que gostar. Se não gostar da luta, não tem jeito. Não dá para ser como outras profissões, tipo pai médico querendo que o filho também seja médico. Na luta não dá para fazer isso”, concluiu.

Assista ao episódio completo do pré-camp de Alex Poatan

 


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