Sean Strickland ignora lesões e volta aos treinos após vitória sobre Chimaev no UFC

Mesmo após sair machucado da luta, o campeão dos médios retoma a rotina na academia e projeta meses desafiadores pela frente

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Strickland comemora vitória no UFC. Foto: Reprodução/YouTube/UFC

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Sean Strickland protagonizou uma verdadeira guerra contra Khamzat Chimaev e, pouco tempo depois, já retomou os treinos. O falastrão enfrentou o checheno na luta principal do UFC 328, conquistou o cinturão dos médios (até 83,9 kg), mas deixou o octógono com múltiplas lesões. Ainda assim, os problemas físicos não foram suficientes para afastá-lo da academia.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Sean Strickland mostrou que segue ativo nos treinos e destacou que enfrentará meses difíceis pela frente, mas que pretende se manter ocupado para lidar com seus próprios conflitos internos.

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“Estamos aqui botando pra quebrar nesses putos covardes, mostrando do que se trata. Vão ser uns meses difíceis, mas eu tenho que manter os demônios afastados”, Sean Strickland.

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Sean Strickland revela lista de lesões após luta com Chimaev no UFC 328

Em publicação nas redes sociais, o campeão detalhou os problemas físicos sofridos após o combate. Ele revelou uma separação acromioclavicular tipo 2, uma lesão SLAP tipo V estendida, além de ruptura parcial do manguito rotador associada à tendinose. Ainda assim, indicou que pretende lidar com a situação e seguir em frente mesmo diante das adversidades.

“Separação acromioclavicular tipo 2 (AC), lesão SLAP tipo V estendida. Ruptura parcial do manguito rotador/tendinose. Vou ter que aguentar essa e seguir em frente…”,escreveu Sean Strickland.

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Entenda as lesões no ombro que podem afastar Strickland do octógono do UFC

As lesões sofridas por Sean Strickland afetam diretamente a região do ombro, uma das mais exigidas no MMA. A separação acromioclavicular tipo 2 indica um deslocamento parcial da articulação entre a clavícula e o ombro, enquanto a lesão SLAP tipo V envolve um dano mais complexo na articulação, podendo comprometer a estabilidade e mobilidade.

Já a ruptura parcial do manguito rotador, associada à tendinose, aponta desgaste e dano nos tendões responsáveis pelos movimentos do braço, quadro que geralmente exige tratamento cuidadoso e tempo de recuperação antes do retorno às atividades de alto rendimento.

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