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História do UFC e os Fertita


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6 respostas neste tópico

#1 Franchi

    Faixa Azul

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Postado 09 September 2013 - 10:08 AM

Achei interessante essa matéria.
Acho que to postando no lugar certo.

Quem são os discretos irmãos Frank e Lorenzo Fertitta, ricaços donos de 18 cassinos e acionistas majoritários do maior evento de MMA do mundo


Cláudia de Castro Lima12h24 02/02/2012



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Sentados na primeira fileira do HSBC Arena, no Rio de Janeiro, dois sujeitos grisalhos, elegantes em seus ternos e, sob um olhar mais atento, parecidos na fisionomia, encaravam o octógono montado no centro do ginásio. Vez ou outra trocavam palavras sobre as lutas que aconteciam na noite de sábado, 14 de janeiro. Não sofreram assédio, não tiraram fotos com os fãs, não foram ovacionados quando chegaram. Isso é coisa para Dana White, o presidente – e a “cara” – do UFC, o maior evento de MMA do mundo. Os verdadeiros donos do negócio, os irmãos Frank e Lorenzo Fertitta, gostam de ser discretos.

Proprietários de 18 cassinos e de uma série de outras empresas nos Estados Unidos, Frank Fertitta III, 49 anos, e Lorenzo, 42, estão na lista da Forbes dos bilionários. O irmão mais velho ocupa a 1 057a posição, com US$ 1,25 bilhão de fortuna. O caçula vem abaixo, na 1 140a colocação, com US$ 50 milhões a menos.

Já eram homens de negócio de sucesso quando, em 2001, resolveram investir US$ 2 milhões em um evento que beirava a falência. Fãs de boxe e de artes marciais, vislumbraram ali uma oportunidade. Dana White, amigo de escola de Lorenzo, era empresário de atletas que lutavam no Ultimate Fighting Championship e, em uma negociação com a empresa que detinha a marca, a Semaphore Entertainment Group (SEG), ficou sabendo que o evento andava cambaleante. Ligou para os irmãos, que aceitaram investir a grana necessária. Na época, o UFC sofria uma imensa campanha de difamação e, comparado a rinhas humanas, estava proibido em 36 estados nos EUA.

Investir no negócio em 2001 já parecia uma loucura. Mas ficaria pior: a Zuffa, empresa criada pelos três amigos, deu muito prejuízo até 2005. “Estávamos US$ 44 milhões negativos antes de começarmos a ter retorno financeiro”, diz Lorenzo, em uma entrevista exclusiva no hotel Windsor, na Barra da Tijuca, Rio de janeiro, onde ficou hospedado nas últimas vezes que veio para o Brasil – foram seis apenas no ano passado. Que espécie de homem de negócios razoável continuaria num buraco desses? O trio insistiu, mas foi por pouco. “Chamei Dana um dia, disse que não dava mais e perguntei se a gente conseguia encontrar algum comprador para o UFC. Alguns dias depois, recebemos uma oferta, mas era baixa”, revela Lorenzo. “Não estava feliz por perder dinheiro, mas nunca tinha falhado em nenhum negócio antes. E realmente ainda não estava certo de que queria desistir. Pensei então que poderíamos trabalhar mais duro e ter ideias melhores para transformar o UFC em um evento global. Graças a Deus não levamos a venda adiante.”

O grande acerto veio em janeiro de 2005, quando Lorenzo e Dana resolveram investir mais dinheiro ainda para produzir o reality show The Ultimate Fighter – que terá sua primeira versão internacional feita no Brasil, com estreia no dia 25 de março na TV Globo. Segundo Dana White, nenhuma emissora de televisão queria colocar o programa no ar, e eles tiveram que gastar mais grana para comprar um horário na Spike TV. “Foi nosso cavalo de Troia”, costumam dizer os sócios. “As pessoas começaram a ver não só as lutas mas também quem eram os lutadores, o passado deles, como eles viviam, de onde eram, quem são as mulheres e namoradas, como treinam, que aquilo é técnico e é uma arte ao mesmo tempo… E isso realmente prendeu a atenção do público”, relembra Lorenzo.

Jogatina e máfia
Em 2006, Lorenzo deixou sua sala no Station Casinos Inc. para assumir de vez a paixão pela luta e ocupar outra cadeira, a de CEO e chairman da Zuffa LLC. “Dedico hoje 99% do meu tempo ao UFC.” O irmão Frank tem o mesmo cargo na outra empresa. “Ele me liga para saber do UFC e eu, para saber dos cassinos.” Os dois são avessos à publicidade – característica, segundo Lorenzo, herdada do pai, Frank Fertitta Jr. “Não dou muita entrevista. Meu irmão é mais ou menos do mesmo jeito, ou pior. Meu pai, que era um homem de negócios de sucesso, era bem low profile. Ele nos ensinou a ser assim.”

Frank Fertitta Jr., o patriarca, foi um dos primeiros donos de cassino em Las Vegas. Começou do nada, como empregado em hotéis locais, e ajudou a construir a cidade nos moldes em que ela é hoje. Frank Jr. era descendente de italianos e mudou-se para Las Vegas em 1960, aos 21 anos, com a mulher. Três anos depois, entrou no ramo da jogatina trabalhando como dealer no lendário Stardust Casino. O escritor Alan Balboni diz em seu livro Beyond the Mafia (“Além da máfia”, em tradução livre, inédito em português) que Fertitta foi mudando de emprego e sendo promovido até abrir seu próprio negócio, em 1976, The Casino, em sociedade com um sujeito chamado Carl Thomas. Um ano depois, instalou um bingo na propriedade e trocou o nome para Bingo Palace. Fertitta desfez a sociedade quando seu parceiro foi acusado, após conversas gravadas com grampo telefônico, de manter negociações ilícitas com Nick Civella, o chefão da máfia de Kansas City. Frank também teria sido grampeado, mas ele nunca foi intimado ou processado, como aconteceu com Thomas. Fertitta comprou a parte do sócio nos negócios e continuou expandindo o local. Em 1983, já bastante popular, ele recebeu o nome de Palace Station.

Frank III e Lorenzo assumiram os negócios em 1993. “Eu tinha 24 anos, e meu irmão, 31. Éramos muito jovens”, diz Lorenzo. “Tínhamos um só cassino naquele tempo. Agora são 18.” O carro-chefe é o Red Rock Resort. A propriedade é impressionante. O resort, inaugurado em 2006 ao custo de US$ 1 bilhão, é o mais luxuoso construído fora da Las Vegas Strip, avenida em que se concentra a maior parte dos hotéis-cassinos, e já foi indicado na “Hot List” da revista Condé Nast Traveler. O hotel fica em uma área de preservação, tem spa, quartos luxuosos, restaurantes ótimos, piscinas gigantescas. A área do cassino em si conta com, entre outras coisas, 3 mil máquinas de videopôquer, 60 mesas de jogos e 96 televisões para apostas em cavalos e em outros esportes.

Como diz o ditado sobre casas de ferreiro, os irmãos Fertitta não aceitam apostas para o UFC. “Elas são fortemente reguladas pelo órgão do governo chamado Nevada Gaming Control”, explica Lori Nelson, porta-voz do Station Casinos. “Embora nós possamos fazer apostas para o UFC, Frank e Lorenzo não queriam nenhum possível conflito de interesses em potencial por serem donos das duas empresas. Então decidiram que não aceitariam as apostas.” Os eventos do UFC tampouco são realizados lá.

Em 2007, por pouco, os irmãos não perderam grande parte de sua fortuna. Com a crise nos Estados Unidos, o Station Casinos sofreu um baque. As dívidas chegaram a US$ 6 bilhões e a empresa entrou em processo de falência. Uma reestruturação teve que ser feita para evitar o colapso. Ela levou três anos e, no meio do ano passado, a dupla conseguiu reverter o processo, recuperando o controle da companhia.

Os Fertitta têm outros negócios. Eles incluem uma empresa de bebida energética (Xyience) e uma companhia de jogos na web (CyberArts Licensing LLC). Lorenzo é ainda CEO e sócio majoritário de uma cervejaria, a Gordon Biersch Brewing Company. “Estamos na lista da Forbes dos bilionários por causa dos cassinos, mas também por causa do UFC”, explica o caçula. Também estão envolvidos em política. Fazem doações de quantias altíssimas para políticos e, segundo reportagens publicadas na imprensa americana, contrataram um lobista por milhares de dólares anuais para serem avisados de assuntos de possível interesse que tramitam pelo Congresso.

Rede de intrigas
Presidente da SEG e antigo dono do UFC, o empresário Robert Meyrowitz disse em um documentário feito pela rede de televisão CNBC em 2008, Ultimate Fighting: From Blood Sport to Big Time, que Lorenzo Fertitta, então membro da Comissão Atlética de Nevada, não ficou sabendo por acaso da semifalência do Ultimate. Segundo ele, Lorenzo até teria dado sua contribuição para que o antigo proprietário não recebesse o apoio de que precisava da Comissão para entrar em Las Vegas, votando contra a entrada do MMA no estado de Nevada. Sem poder apresentar-se na cidade das apostas, o UFC teria deixado de ganhar o dinheiro que precisava para se levantar. Assim, Fertitta teria dado o golpe de misericórdia, oferecendo-se para comprar a marca. Lorenzo disse que Meyrowitz mentia, que nunca houve votação alguma e que não havia provas disso tudo. Pediu retratação na CNBC, que retirou as partes polêmicas e a acusação toda do documentário.

Vida de atleta
Os homens que compraram o UFC por US$ 2 milhões e o transformam em um empreendimento de US$ 2 bilhões em pouco mais de dez anos são formados em… artes e ciências. E ninguém esperava que Lorenzo, que tem especialização em administração, fosse colocar como presidente da Zuffa um sujeito sem estudo universitário. Só que ele não poderia ter feito coisa melhor. “Nunca vi ninguém trabalhar tão duro quanto Dana”, diz Lorenzo. “Ele é inteligente e estrategista, sagaz e esperto. Foi a melhor decisão que tomamos. Ele virou o maior promotor de esportes que há.”

Lorenzo e Dana eram amigos de escola. Perderam contato e foram encontrar-se de novo em um casamento. “Descobrimos que tínhamos muito em comum ainda, especialmente a paixão pelo boxe. Eu era da Comissão Atlética de Nevada, e Dana, empresário de pugilistas”, diz. O Fertitta mais novo conta que seu estilo é o oposto do de Dana White – e, por isso, eles se dão tão bem. “Sou calmo, tranquilo, falo baixo, enquanto Dana é agitado, explosivo.” Dana White é conhecido por falar o que pensa, por não ter papas na língua – inclusive, ele não se importa em envolver-se em polêmicas no Twitter com críticos do MMA. “Nunca fiquei bravo com nada que ele tenha dito ou tuitado. Mas já ri muito”, conta Lorenzo.

Na Zuffa, Lorenzo é quem toma as decisões estratégicas, faz acordos televisivos, cuida do lado mais “business”. Dana está mais envolvido com os atletas, em casar as lutas, e com a imprensa. Ele é o promotor, o marqueteiro. Por isso, é a cara do UFC. “Eu tenho o trabalho fácil. Só fico na cadeira tomando decisões. Não tenho que ouvir os fãs reclamando no Twitter”, brinca Lorenzo.

Rodrigo “Minotauro” Nogueira, um dos maiores ídolos mundiais do MMA, conta que conheceu Lorenzo em 2003, no Japão, em uma festa
após sua vitória contra Mirko Cro Cop no Pride, então o maior evento que existia (que depois foi comprado pelo UFC e extinto, uma negociação bastante criticada, mas que mostra o estilo agressivo dos empresários). “Eu não o conhecia, mas ele chegou perto de mim, me parabenizou pela vitória e me disse: ‘Um dia você vai lutar no UFC’. E me pagou uma garrafa de champanhe”, lembra. “Me lembro da empolgação dele dizendo: ‘O UFC ainda vai ser grande’.”

Lorenzo gosta tanto de luta que pratica artes marciais com afinco. “Ele treina na academia do UFC como um atleta de alto rendimento”, diz Rodrigo. “E, nas reuniões, a secretária sempre leva para ele barras de cereal e de proteína e marmitas saudáveis.” Frank não tem tanto contato com os atletas, mas costuma ir às lutas. Veio nas duas edições do Rio de Janeiro, em agosto do ano passado e em janeiro último. Na primeira vez, pegou seu jatinho no Rio, foi para Las Vegas ver um jogo de futebol americano do filho e depois voltou a tempo de assistir ao evento.

Os irmãos bilionários são controladores: querem cuidar de tudo o que diz respeito a suas empresas. Nada é feito sem aprovação deles. “Nos envolvemos com coisas muito pequenas. Sei que posso delegar esses assuntos, mas a maioria deles não quero”, confessa Lorenzo. “Somos definitivamente controladores, mas estou melhorando. Por isso, me cerco dos melhores profissionais que existem.” Questão de sobrevivência porque, à medida que a Zuffa torna-se global, seu tempo fica mais escasso. Mas Lorenzo diz que ele e o irmão conseguem usufruir o dinheiro. Tiram férias nas festas de fim de ano e em três semanas no verão do hemisfério norte. Os dois são casados e têm três filhos cada.

Lorenzo diverte-se ao contar que ele e seu amigo inseparável Dana White, com quem fala “40 vezes por dia”, são provavelmente os “dois homens de 42 anos mais imaturos que existem”. “Ouvimos a mesma música que há 18 anos, usamos a mesma roupa”, conta. “O segredo é sentir-se jovem e bem. É o que fazemos.”

As 3 lições do UFC
Lorenzo Fertitta e Dana White dizem as três coisas que aprenderam com os altos e baixos da empresa:
1 – Fazer o que gosta “Eu amo artes marciais. Soube toda a vida que era com isso que eu queria trabalhar”, diz Dana White.
2 – Não aceitar “Não” como resposta “Já tomei muita porta na cara de gente que não acreditava no UFC”, afirma Dana. “Mas nunca aceitei. O cara não queria falar comigo pelo telefone? Eu ia atrás dele. Uma vez fui a um seminário esperar um sujeito acabar uma palestra.”
3 – Pensar a longo prazo “O boxe ganhava bilhões de dólares e estava na TV aberta, mas os promotores começaram a fazer só pay per view porque dava mais dinheiro”, diz Lorenzo. “Sabíamos que tínhamos que fazer o UFC crescer. Então pensamos a longo prazo: cinco, dez anos. E abrimos mão do dinheiro do PPV para estar na TV aberta, que atinge as massas.”


#2 the_wickerman82

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Postado 09 September 2013 - 11:04 AM

Quem ia comprar o UFC por 2 milhoes era o dono dos hoteis Ramada, que eh dono da American Top Team. Ele achou caro e os irmaos Fertitta acabaram comprando.

Fato eh que acho que a maior parcela de o UFC ter crescido nao foi citada no texto, mas Dana mudou as regras, deixando o esporte muito mais limpo e com isso, abrindo portas pra ser liscenciado na maioria dos estados pouco a pouco. Nao fosse isso, a imagem de ''rinha humana'' ainda estaria ou entao, muito provavelmente, nao existiria mais MMA nos  EUA.

#3 Lener

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Postado 09 September 2013 - 04:37 PM

Excelente texto, ja temos gravado um quadro nos videos que fazemos (que ainda falta ser editado) onde falamos sobre os eventos mais relevantes que existiram e existem hoje no MMA, e um deles é só sobre o UFC.

Editado por Lener, 09 September 2013 - 04:38 PM.


#4 the_wickerman82

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Postado 09 September 2013 - 05:52 PM

Visualizar PostLener, em 09 September 2013 - 04:37 PM, disse:

Excelente texto, ja temos gravado um quadro nos videos que fazemos (que ainda falta ser editado) onde falamos sobre os eventos mais relevantes que existiram e existem hoje no MMA, e um deles é só sobre o UFC.

Opa, no aguardo !!!

#5 Franchi

    Faixa Azul

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Postado 10 September 2013 - 09:25 AM

O fato de o Dana ter feito essas mudanças foi mesmo muito inteligente.
Mas que os Fertitta foram corajosos isso foram.

#6 Raffs-RJ

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Postado 11 September 2013 - 04:09 AM

Ótimo artigo / entrevista.

Dojo kun - Karatê Shotokan



HITOTSU! JINKAKU KANSEI NI TSUTOMURU KOTO!

Primeiro, Esforçar-se para a formação do caráter!

Significa que quem o recita deseja formar uma personalidade de valor


HITOTSU! MAKOTO NO MICHI O MAMORU KOTO!

Primeiro, Fidelidade para com o verdadeiro caminho da razão!

Significa que quem recita tem é em si mesmo e valoriza a honestidade


HITOTSU! DORYOKU NO SEISHIN O YASHINAU KOTO!

Primeiro, Criar o intuito do esforço

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HITOTSU! REIGI O OMONZURU KOTO!

Primeiro, Respeito acima de tudo

Significa que quem o recita valoriza os bons costumes e obedece seus superiores e as autoridades


HITOTSU! KEKKI NO YU O IMASHIMURU KOTO!

Primeiro, Conter o espírito de agressão

Significa que quem o recita condena a violência motivada pelo ímpeto


OSS


#7 titenobre

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Postado 13 September 2013 - 09:01 PM

Boa reportagem.
Ídolos: Vitor Belfort Campeão 2016.
            


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CRVG - Acima de tudo Abaixo de nada

Vasco da Gama - Campeão da Copa do Brasil 2011
Vasco da Gama - Campeão Estadual 2015




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