Produtos de Conor McGregor são retirados de aeroportos irlandeses após condenação

Marcas de bebidas alcoólicas associadas ao lutador não estão mais disponíveis nos bares dos saguões

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Conot McGregor e marca de uísque associada aos irlandês

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A escalada de retaliação à Conor McGregor por causa da condenação por estupro continua. Depois de vários boicotes em inúmeras áreas e a remoção de suas bebidas alcoólicas de grandes redes lojistas, chegou a vez dos aeroportos.

Os principais pontos aeroviários da Irlanda, país natal do lutador, retiraram as marcas do ex-campeão dos bares. O uísque ‘Proper No. Twelve Irish Whiskey’ e a cerveja ‘Forged Irish Stout’ não serão mais vendidos em Cork e Dublin. A medida foi anunciada por um porta-voz da DAA (Dublin Airport Authority).

Fora das prateleiras

Os dois empreendimentos de bebidas associados à McGregor estão sob os holofotes há mais dias. O proprietário da Carry Out Off-Licence e da Costcutter Ireland, Barry Group, retirou de venda tanto sua cerveja preta irlandesa ‘Forged’, quanto seu uísque.

“O Barry Group decidiu remover a Forged Stout e a Proper 12 de circulação em nossa rede de lojas Costcutter e Carry Out. Esta ação reflete nosso comprometimento em manter um ambiente de varejo que esteja em sintonia com os valores de nossos clientes e parceiros”, disse o Barry Group em um comunicado.

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Além disso, o grupo varejista irlandês Musgrave, dono das marcas SuperValu e Centra, retirou as bebidas de McGregor de suas lojas.

Entendo caso

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Conor McGregor a caminho do Tribunal Superior de Dublin, na Irlanda. Foto: Reuters

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Na última sexta-feira (22), um júri do Tribunal Superior de Dublin concluiu que McGregor agrediu Nikita Hand em um hotel da capital irlandesa em dezembro de 2018. Após a condenação na esfera cível, o irlandês disse que pretende recorrer da decisão.

“Vou recorrer da decisão de hoje. Estou com minha família agora, focado no meu futuro. Obrigado a todo o meu apoio em todo o mundo”, afirmou.

Já Hand, que será indenizada em € 248,603.60 (mais de R$ 1,5 milhão), afirmou na saída do Tribunal Superior de Dublin que a decisão é uma prova da existência da Justiça para todos os cidadãos.

“Espero que minha história seja um lembrete de que não importa o quanto você tenha medo, fale, você tem voz e continua lutando por justiça. Sei que isso teve um impacto tremendo não apenas na minha vida, na da minha filha, na minha família e nos amigos. É algo que nunca esquecerei pelo resto da minha vida”, disse.

 

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