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Ex-campeão do UFC relembra episódio assustador na África do Sul: ‘Achei que ia morrer ali mesmo’

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Michael Bisping Instagram UFC

Bisping foi campeão do UFC. Foto: Reprodução / Instagram UFC

Ex-campeão dos médios do UFC (até 83,9 kg.), Michael Bisping viveu muitas situações desafiadoras ao longo de 13 anos como lutador profissional. No entanto, nenhum desses momentos trouxe tanta tensão e medo quanto um episódio vivido vivido pelo inglês na África do Sul alguns anos atrás. De acordo o ex-lutador, em vídeo publicado no YouTube nesta sexta-feira (25), criminosos ameaçaram sua vida e quase o sequestraram na capital da nação.

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De acordo com o comentarista, o momento aconteceu após deixar um táxi e caminhar distraído pela Cidade do Cabo durante a madrugada.

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“Saio do carro e estou em um cruzamento de quatro vias. Há quatro caminhos para ir, e não vi para onde o taxista apontou. Pensei: ‘Acho que é por ali’, então comecei a andar até lá, ‘Isso não parece certo’. Como eu disse, estou na Cidade do Cabo, não a conheço como a palma da minha mão. Estou voltando e pareço um turista idiota sozinho. São tipo duas da manhã, estou no meu celular, andando por aí, acabei chamando a atenção de alguns moradores de rua”, afirmou.

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Numa fração de segundo, o membro do Hall da Fama do Ultimate viu criminosos se aproximando e anunciando um sequestro.

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“De repente, um carro de segurança velho e horrível aparece e sobe na calçada. Dois caras saltam de dentro dele, e um deles aponta uma arma para a minha cabeça. Ele diz: ‘Entra no carro, agora’. Sinto que, se eu entrar no carro, vou morrer. Nunca tive uma arma apontada para a minha cabeça. Fiquei morrendo de medo, e não me importo de admitir isso. Sinceramente, achei que minha vida iria acabar agora”, disse o lutador, enquanto considerava se deveria ligar para a esposa.

Campeão do UFC teve que reagir ao sequestro

M. Bisping (foto) está aposentado desde 2017. Foto: Reprodução/Instagram @mikebisping

Em meio ao caos, a própria desatenção dos sequestradores permitiu que o lutador encontrasse uma maneira de fugir da situação.

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“Os caras com as armas não eram muito espertos, começaram a discutir com os moradores de rua e foi quase como se tivessem se esquecido de mim.  Então, naquele momento, eu pensei: ‘É isso aí’, e empurrei o cara com a arma o mais forte que pude, e então corri por um dos caminhos que eu ainda não tinha ido, e corri como se minha vida dependesse disso”, concluiu.

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Publicado por
Luís Antonio Cardoso
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