Em resposta a um desafio interativo promovido pelo perfil oficial do evento ‘Dirty Boxing Championship’ no Instagram, Jon Jones, atual campeão dos pesos pesados (até 120,2kg.) do UFC, selecionou Tom Aspinall, seu principal rival, em um hipotético ‘time dos sonhos’ do MMA.
A dinâmica proposta pelo evento, do qual ‘Bones’ é sócio, exigia que fãs montassem equipes de três atletas, com orçamento de US$ 10, distribuídos entre categorias de preço (US$ 2, US$ 3 e US$ 5). Na lista de opções, nove nomes eram oferecidos, incluindo o próprio norte-americano. Contudo, em sua resposta nos comentários, o detentor do cinturão linear optou por Yoel Romero (US$ 5), Alex Poatan (US$ 3) e Tom Aspinall (US$ 2).
A ausência de Jones em sua própria escalação surpreendeu, mas a inclusão de Aspinall foi o ponto central das reações. O inglês, que mantém o título interino desde novembro de 2023, pressiona publicamente o norte-americano por uma luta de unificação. Até então, o campeão linear justificava o adiamento do confronto com desinteresse no combate e possibilidade de aposentadoria.
A relação entre os dois campeões é marcada por declarações públicas contraditórias. Enquanto o britânico exige reconhecimento e um embate para legitimar seu reinado, ‘Bones’ minimiza o valor do rival para seu legado. Meses atrás, o britânico chegou a acusar o adversário de ‘impedir o progresso’ da divisão.
A expectativa por uma unificação de cinturões permanece. O UFC busca agendar o duelo para o quarto trimestre de 2025, mas a resistência de Jon Jones é considerada o principal obstáculo. Tom Aspinall, por sua vez, mantém treinos intensos e já declarou que ‘a paciência se esgota’.