Jon Jones enfrenta nova tempestade em sua carreira turbulenta. Desta vez, a acusação parte de uma das figuras mais respeitadas do MMA: John McCarthy. Em episódio recente do podcast ‘Weighing In’, o ex-árbitro do UFC relatou que ‘Bones’ simulou ‘um ato sexual’ contra um oficial da comissão atlética durante demonstração de jiu-jítsu no vestiário antes de um evento.
Segundo McCarthy, o incidente ocorreu quando o lutador convidou um faixa-preta de jiu-jítsu (então funcionário da comissão) para uma simulação de luta. Com o oficial no chão, em posição de guarda, Jones teria executado gestos explícitos.
“Jon pediu para um faixa-preta da comissão deitar no chão com ele e, em seguida, começou a simular um ato sexual. Eu o interrompi e disse: ‘Jon, para com isso’. Ele disse que era brincadeira e quis saber se aquilo seria ilegal. Respondi que o desclassificaria por conduta antidesportiva. É por isso que nunca nos demos bem”, descreveu o ex-árbitro.
A reação do homem, segundo John, foi de choque imediato. Ele, então, interveio e advertiu sobre desqualificação por conduta antidesportiva. Jones justificou como ‘brincadeira’, mas o episódio aprofundou a rixa entre ambos. McCarthy não apitou lutas do atleta desde 2017.
A acusação soma a uma lista extensa de polêmicas que perseguem o considerado o ‘GOAT’ da organização. A lista tem suspensões por doping (2016, 2017), cassação do cinturão meio-pesado em 2015 após acidente de carro que machucou uma gestante.
Além disso, o lutador também já teve condenação por dirigir embriagado (2012) e violação de liberdade condicional (2016), com ordem para aulas de controle de raiva e acordo judicial recente para descartar acusações de agressão a agentes antidoping (2025), mediante terapia de controle de raiva.