Em franca ascensão na divisão dos médios (até 83,9kg.) do UFC, Reinier de Ridder demonstra que, ao contrário de muitos lutadores, o que o move para aceitar desafios é a admiração e não a raiva ou ódio criado por um rival. Atual quinto colocado no ranking da categoria, o holandês abriu o jogo e falou sobre interesses futuros no octógono.
Para contextualizar fala, o atleta admitiu que confronto contra Robert Whittaker foi movido pela positividade sentida pelo australiano. Ao citar outro lutador que gera a mesma sensação, de Ridder mencionou Israel Adesanya e declarou respeito pelo nigeriano, ao relembrar grande nocaute protagonizado sobre Alex Poatan no UFC 287.
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“Se eu realmente admiro um cara como fiz com Whittaker, essa seria uma razão melhor para lutar com alguém que eu odeio. Alguém como Adesanya, eu o admiro muito pelo que ele fez no esporte. Ele ainda tem a melhor história de todos os tempos, ao derrotar Pereira em sua última luta. A maneira como ele luta é muito refinada. Essa seria uma razão melhor para eu lutar com alguém do que ‘Oh, eu odeio muito esse cara’”, disse Reinier em entrevista ao Inside Fighting.
Apesar da declaração, de Ridder evitou desafiar diretamente o ex-campeão da categoria. Adesanya também ainda não expressou interesse em medir forças contra o holandês em sua próxima. Em fala recente, o nigeriano pediu que tivesse a chance de se vingar de Sean Strickland em sua próxima luta.
Alvo de Paulo Borrachinha, de Ridder já minimizou chances de enfrentar o brasileiro a seguir. Segundo o holandês, as provocações do seu rival são boas, mas referente ao lado de habilidades, o mineiro ainda não está em seu nível.
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