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VÍDEO: Conor McGregor expõe treino e reforça teoria de retorno no UFC Casa Branca

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Conor McGregor em sessão de treino. Foto: Reprodução/Instagram

Conor McGregor em sessão de treino. Foto: Reprodução/Instagram

Dessa vez, Conor McGregor pode estar falando sério sobre seu retorno ao UFC. O irlandês, que não entra no octógono desde 2021, voltou ao programa de teste antidoping e, recentemente, apareceu nas redes sociais afiando seu striking. Nas imagens compartilhadas via story no Instagram, McGregor exibiu um treino de muay thai com aparadores, onde desferiu chutes, socos, cotoveladas e joelhadas.

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Além do treino, seu retorno ao programa de controle da Drug Free Sport International (DFSI) marca um passo decisivo rumo à tão especulada volta ao octógono. Pelas regras atuais, McGregor precisará cumprir um período de seis meses de testagens aleatórias antes de receber autorização para competir novamente.

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Com isso, o irlandês se tornaria elegível a partir de março de 2025, o que o colocaria como candidato natural para integrar o card comemorativo do UFC, programado para julho do ano que vem, possivelmente em um evento especial na Casa Branca, nos Estados Unidos.

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Assista ao treino de Conor McGregor

Acusação de estupro mancha possivel retorno de Conor McGregor

Embora aparentemente esteja caminhando para seu retorno ao octógono, Conor McGregor carrega uma mancha em sua imagem. O irlandês foi acusado de abuso sexual contra uma mulher em um hotel de Dublin, em 2018. Em primeira instância, McGregor foi condenado a pagar €250 mil (aproximadamente R$ 1,5 milhão) em indenização.

O ex-campeão tentou reverter a decisão, mas teve sua apelação rejeitada “em todas as frentes” pela corte. Além da multa, ele poderá ser obrigado a arcar com os custos legais da acusadora, estimados em €1,3 milhão (cerca de R$ 7,8 milhões).

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Conor McGregor se manifestou publicamente, criticando o que chamou de ‘extorsão’.

“Ser acusado de estupro, provar sua inocência e ainda ter que pagar uma fortuna pela própria defesa, enquanto os advogados e a acusadora, que perderam o caso, recebem dinheiro? Nunca vi nada parecido… Estava no tribunal sendo acusado de um crime que não cometi. Já tinha sido inocentado criminalmente, por testemunhas e pelo promotor público. E ainda assim fui colocado no banco dos réus novamente, num julgamento civil absurdo”, escreveu Conor.

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Publicado por
Gabriel Reis