Resumo

Aspinall promove evento do UFC. Foto: Reprodução/Facebook/tomaspinallofficial
Tudo mudou para Tom Aspinall após sua última luta. No UFC 321, evento realizado em outubro, em Abu Dhabi (EAU), o campeão do peso pesado (até 120,2 kg) enfrentou Ciryl Gane, mas o aguardado combate terminou sem resultado por conta de uma dedada dupla no olho. Sem enxergar, o inglês não teve condição de seguir no duelo. Criticado por muitos fãs e profissionais de MMA por sua escolha, o atleta se posicionou.
Em seu canal oficial no ‘YouTube’, Aspinall se mostrou irritado com os ataques que vem recebendo dos haters. Mesmo sendo vítima no ocorrido, o inglês é chamado de desistente, por optar pelo caminho mais fácil, ou seja, sair da luta sem perder o cinturão, quando ela estava se mostrando difícil, ator, por valorizar o lance, entre outros termos depreciativos.
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Inclusive, o campeão do UFC foi acusado de inventar a lesão nos olhos e mentir sobre sua gravidade. Sendo assim, Aspinall, com a clara intenção de combater os haters, deu uma dura resposta. Chateado com a repercussão negativa, o atleta, disposto a dar um basta, prometeu mudar de postura para sempre no MMA.
“Estou bem, dentro do possível. Um grande agradecimento para todos que estão ao meu lado. Tem muitos haters por aí que vivem vidas muito tristes e se acham oftalmologistas, mas não são. Deixa eu te dar uma dedada dupla com força nos olhos para ver se você ainda consegue escrever comentários horríveis. Me avisem, valentões que acham que vão conseguir enfrentar um dos melhores strikers do mundo quando não consegue ver nada. Quando eu voltar, não haverá mais aquele cara bonzinho. O ‘Bom Tom’ sumiu. Quando se trata de MMA, ele se foi, acabou. Vou virar um vilão completo.”, afirmou o campeão.
Recomendações para Tom Aspinall
Após a luta contra Ciryl Gane, Tom Aspinall foi diagnosticado com síndrome de Brown traumática bilateral, indicando ruptura significativa do complexo do tendão-troclear do músculo oblíquo superior. A síndrome é um problema que restringe o movimento do olho.
Ainda sofrendo, o inglês não pode dirigir até que a refração e os sintomas estejam estabilizados, nem lutar até a resolução completa da diplopia (visão dupla). Dependendo da evolução clínica, injeções perioculares de esteroides ou intervenção cirúrgica para tratar a persistência da disfunção motora podem ser necessárias, caso os sintomas não se resolvam.
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