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Novo falastrão do UFC declara guerra à lista de Epstein: ‘Destruir todos’

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Josh Hokit

Hokit promove evento do UFC. Foto: Reprodução/X/UFC

Josh Hokit, ao que tudo indica, está furioso com os implicados no caso protagonizado pelo bilionário Jeffrey Epstein. O norte-americano, conhecido por seguir a linha provocativa de Chael Sonnen e direcionar críticas frequentes a lutadores do Brasil, desta vez voltou suas palavras aos citados no escândalo, considerado um dos maiores casos de exploração sexual e tráfico de menores envolvendo membros da elite global.

Em publicação na rede social ‘X’, Hokit apareceu em uma imagem vestindo um capuz que remete diretamente ao visual dos Sith, antagonistas da franquia Star Wars.

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Na postagem, o norte-americano adotou o tom sombrio associado aos vilões da saga ao se descrever como uma figura capaz de se envolver com familiares de seus adversários enquanto insiste em destruir todos os nomes ligados à chamada lista de Epstein.

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“O SITH que pode namorar sua IRMÃ e INSISTE em destruir todos na lista de Epstein”, escreveu Josh Hokit.

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Joe Rogan explica novo nos arquivos Epstein

Joe Rogan é comentarista oficial do UFC. Foto: Reprodução/X

Joe Rogan tem um motivo do por que seu nome aparece nos ‘arquivos Epstein’. Durante o podcast ‘The Joe Rogan Experience’, O comentarista do UFC afirmou que seu nome consta nos registros justamente por não ter aceitado um encontro com o Bilionário.

Segundo ele, o Epstein teria tentado marcar uma reunião, mas a possibilidade foi descartada imediatamente, especialmente após pesquisar sobre o histórico do financista na internet.

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“Eu estou nos arquivos por não ter ido… porque Jeffrey Epstein estava tentando se encontrar comigo. E eu fiquei tipo: o quê? Não era nem uma possibilidade que eu tivesse ido, especialmente depois que pesquisei sobre ele no Google.”, disse Joe Rogan.

Entenda o caso Epstein

O Caso Epstein é considerado um dos maiores escândalos de exploração sexual e tráfico de menores envolvendo integrantes da elite mundial. O centro da trama foi o bilionário americano Jeffrey Epstein, que utilizava sua fortuna e sua ampla rede de contatos para atrair jovens para um esquema de abusos sexuais em propriedades localizadas em Nova York, na Flórida e em sua ilha particular no Caribe.

De acordo com as investigações, Epstein operava com o auxílio de cúmplices. As vítimas eram recrutadas sob promessas de ‘massagens’ ou supostas oportunidades profissionais, sendo gradualmente inseridas em um sistema descrito pelas autoridades como uma espécie de pirâmide de exploração.

O caso ganhou proporções ainda maiores devido às conexões do financista com figuras influentes, incluindo presidentes, membros da realeza e empresários do setor de tecnologia. Documentos judiciais tornados públicos pelo Tribunal do Distrito Sul de Nova York citaram nomes de personalidades que frequentaram suas propriedades ou utilizaram seu jato particular.

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Publicado por
Gabriel Reis