
A Casa Branca é sede do governo norte-americano. Foto: Reprodução X/WhiteHouse
O anúncio do card principal do UFC Casa Branca gerou opiniões marcantes em diversas personalidades do mundo do MMA. No entanto, nem todas podem ser caracterizadas como positivas. Para Colby Covington, ex-campeão interinos dos meio-médios (até 77,1 kg.) e um dos nomes mais polêmicos de todo o esporte, os duelos casados estão longe de agradarem o público.
Sem papas na língua, Caos criticou a ausência de compatriotas no evento. Para ele, a forma como o card foi montado evidenciou uma falta de cuidado da parte dos matchmakers.
“É péssimo, na melhor das hipóteses. Os fãs já se manifestaram e disseram que detestaram. É um card terrível. Prometeram seis ou sete lutas por cinturão, e agora só têm uma luta por cinturão e uma luta por cinturão interino que foi arranjada de última hora. O evento foi uma completa desorganização. Montaram tudo de última hora, e não havia nenhum lutador americano de renome. Quem são os representantes dos Estados Unidos no aniversário de 250 anos da nação? Parece que eles não se importam mais. Ganharam todo esse dinheiro com a Paramount e estão simplesmente felizes. É o que é”, afirmou.
Colby Covington vem de derrota no UFC Tampa. Foto: Reprodução/Twitter/@UFC
Historicamente um nome difícil para se negociar, Covington não sobe ao octógono desde dezembro de 2024, quando foi derrotado por Joaquin Buckley por nocaute técnico após três rounds. Ao todo, o norte-americano possui apenas dois triunfos em seus últimos cinco compromissos. Além disso, ele não tem vitórias contra lutadores ainda contratados pelo Ultimate.