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Joe Pyfer abre o coração e revela drama psicológico antes do UFC Seattle: ‘Quase tirei minha vida’

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Joe Pyfer venceu Israel Adesanya no UFC Seattle. Foto: Reprodução/Instagram.

Em meio à repercussão da vitória contra Israel Adesanya durante a luta principal do UFC Seattle no último sábado (28), Joe Pyfer aproveitou a oportunidade para abordar um assunto de grande importância. O norte-americano revelou ainda durante a entrevista dentro do octógono que as semanas anteriores ao combate foram terríveis psicologicamente, ao ponto dele pensar em suicídio.

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Ele teve a chance de expandir o assunto durante a coletiva de imprensa pós-evento. Mais calmo, o lutador explicou ter sofrido crises após magoar uma pessoa próxima, e este episódio teria gerado os pensamentos suicidas. No entanto, a aproximação com a religião o ajudou a recuperar a saúde mental.

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“Parti o coração de muita gente ao meu redor, principalmente de uma pessoa que eu nunca mais vou magoar. Caramba, cara. Eu estava simplesmente enojado de mim mesmo. Fui fazer terapia. Sinto que Deus me escolheu, pegou na minha mão e me deu uma vida restaurada, uma vida renovada. A única coisa que posso dizer é que sinto que toda a pressão do mundo sumiu, todas as expectativas do mundo sumiram. Me sinto uma pessoa verdadeiramente livre. Jesus é real. Existem certas maneiras pelas quais você é chamado a viver, e essas são as maneiras que eu segui e, através da minha oração, recebi esta vitória. Porque, deixe-me dizer: eu orei provavelmente 50 vezes esta semana. Eu fui a pessoa mais calma, feliz, pacífica e grata que já fui em toda a minha vida”, afirmou.

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Ao falar sobre sua infância, Pyfer confessou ter passado por momentos complicados enquanto se descobria enquanto ser humano. Diante disso, foi necessário evoluir emocionalmente a fim de mudar de patamar enquanto atleta e cidadão.

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“Nasci em meio ao caos e a uma família disfuncional, como acontece com muitas crianças. Não é que a minha seja super especial em comparação com a de qualquer outra pessoa. Mas eu fui vítima da minha própria autodestruição, tinha problemas com luxúria. Eu vivia num ciclo tóxico de autocompensação”, disse.

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Publicado por
Luís Antonio Cardoso
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