
Mario Yamazaki antes de conduzir um confronto de MMA. Foto: Reprodução/Facebook Mário Yamasaki
O polêmico golpe ilegal conectado por Dione Barbosa contra Melissa Gatto na segunda luta preliminar do UFV Vegas 115 gerou uma série de reações em todo o mundo do MMA. No segundo round, a pernambucana conectou um potente chute na região do pescoço enquanto a adversária estava de quatro apoios no tatame. Após perder um ponto, The Witch se manteve na dianteira do combate e após o final dos 15 minutos regulamentares, foi declarada a vencedora por decisão majoritária.
Neste contexto, o SUPER LUTAS conduziu uma entrevista com Mário Yamasaki nesta segunda-feira (6), durante a última edição do SUPER LUTAS News no YouTube. Sobre o assunto, o brasileiro parabenizou a decisão tomada pelo árbitro Chris Tognoni e pela Comissão Atlética de Nevada de permitir que o combate continuasse e observar o replay antes de tomar alguma medida.
“Assim se vê a importância do replay. Foi um barulho muito alto, mas dá para ver que o chute acerta o pescoço e parte no peito. Ela (Gatto) não chegou a desmaiar, mas caiu, acredito que assustada pelo barulho. Como o árbitro viu que não foi um chute intencional, tirou um ponto apenas porque não foi tão grave. Acho que ele agiu corretamente até porque ela quis voltar a lutar. Ela tinha a opção de não voltar. A decisão do árbitro foi correta”, afirmou.
Posteriormente, Yamasaki também destacou que apesar do golpe não ter acertado o rosto de Melissa, a região do pescoço também não pode ser atingida por chutes e/ou joelhadas quando o atleta se encontra em três ou mais apoios, devido à vulnerabilidade de partes como a traqueia. O triunfo marcou o retorno da pernambucana à coluna das vitórias. Agora, ela possui três resultados positivos na maior organização de MMA do mundo.