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Vicente Luque revela bastidores de estreia em nova categoria após vitória no UFC 327

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Vicente Luque

Vicente Luque comemora vitória no UFC. Foto: Reprodução/Facebook/UFC

Vicente Luque não poderia ter conquistado resultado melhor ao subir de divisão no Ultimate. O brasileiro, que migrou do peso meio-médio (até 77 kg) para os médios (até 83,9 kg), superou Kelvin Gastelum por finalização (triângulo de mão) no primeiro round do UFC 327, realizado neste último sábado (11), em Miami (EUA). O ‘Assassino Silencioso’ entrou em detalhes sobre sua nova fase na carreira e os dias que antecederam o confronto.

Em entrevista a Evelyn Rodrigues, repórter oficial do UFC no Brasil, Luque disse ter vivido uma das melhores semanas de luta dos últimos anos. No que tange a toda a preparação e à tensão do corte de peso, para o brasileiro, os dias que antecederam ao evento transcorreram de forma positiva.

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“Eu acho que a semana da luta foi uma das melhores dos últimos anos. Realmente, o corte para 170 lbs (77 kg) era muito duro para mim. Eu sou profissional, consigo ser disciplinado e bater o peso, mas isso tirava muito da reta final do meu camp, da minha semana de luta. Agora, pude chegar com mais energia e confiança…”, disse Vicente Luque.

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O ‘Assassino Silencioso’ também comentou sobre uma de suas especialidades, o triângulo de mão. Luque relembrou que o golpe é um dos mais praticados ao longo de sua vida nas artes marciais, sendo um recurso valioso em muitos momentos dentro do combate.

“Os triângulos de mão são algo que faço há muito tempo. No inglês, é ‘Anaconda’ ou ‘D’Arce’. Nesse caso, foi o Anaconda, que a gente chama de triângulo de mão reto. É algo que faço desde novo, desde o início da minha carreira. Acho que quase todas as minhas finalizações foram com um desses golpes, é o que eu treino. Para mim, é instintivo”, explicou o brasileiro.

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Por fim, o agora peso médio compartilhou o momento da finalização. Após tentar mais de uma vez encerrar o combate pela via rápida, Luque encontrou a abertura apenas no minuto final do primeiro round, quando Kelvin Gastelum acabou cedendo.

“Eu bati e derrubei ele na mão, mas ele é muito resistente. Vi que ele estava se recuperando. Tentei abrir espaço com cotoveladas, não consegui. Quando ele virou, pensei: ‘agora é a hora’, porque ele ainda não estava totalmente recuperado e faltava menos de um minuto. Eu ouvi o corner e sabia que precisava apertar forte”, concluiu Vicente Luque.

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Assista a entrevista de Vicente Luque ao UFC Brasil

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Publicado por
Jamis Gomes Jr