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Defesa de Melqui Galvão se manifesta pela primeira vez após prisão em Manaus

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Melqui Galvão

Melqui Galvão, treinador de jiu-jitsu. Foto: Reprodução/Instagram

Em meio à repercussão nacional das denúncias, a defesa de Melqui Galvão se pronunciou após a prisão do treinador de jiu-jitsu, ocorrida na última terça-feira (28), em Manaus. O profissional de 47 anos passou a ser investigado por suspeita de estupro de vulnerável, importunação sexual, ameaça e invasão de dispositivo eletrônico. A declaração foi feita no sábado (2), por meio de nota oficial enviada pelo advogado do caso.

A investigação teve início após uma adolescente de 17 anos denunciar à polícia que teria sido vítima de abuso durante uma viagem internacional para competir. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, outras duas possíveis vítimas foram identificadas, sendo que uma delas relatou ter sofrido abuso quando tinha 12 anos. O caso é conduzido pela 8ª Delegacia de Defesa da Mulher.

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Além dos depoimentos, os peritos também analisam materiais apresentados pelas famílias, como áudios e mensagens que indicariam possíveis indícios das práticas investigadas. A prisão temporária foi decretada pela Justiça de São Paulo pelo período de 30 dias.

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Segundo informações divulgadas pela Folha de S.Paulo, a defesa negou as acusações e afirmou que o treinador está colaborando com as autoridades enquanto aguarda o andamento das investigações. O posicionamento veio depois do caso ganhar repercussão, especialmente após o surgimento de relatos de supostas vítimas.

“A defesa reitera que Melquisedeque Galvão permanece à disposição das autoridades competentes. Confia no regular funcionamento das instituições e aguarda a completa elucidação dos fatos”, informou o advogado Átila Machado, em nota oficial.

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A defesa também destacou que o treinador possui histórico funcional considerado positivo, tendo atuado durante anos em atividades de segurança pública, capacitação, defesa pessoal e treinamento, sempre com dedicação ao serviço público e ao cumprimento das atribuições inerentes ao cargo.

Melqui Galvão, que também atua como policial civil no Amazonas e possui histórico no desenvolvimento de atletas no jiu-jitsu, teve suas funções públicas suspensas de forma cautelar. A Polícia Civil do estado informou que abriu procedimento administrativo para apurar os fatos, além de investigar possíveis irregularidades em sua atuação profissional fora da unidade federativa.

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Publicado por
Jamis Gomes Jr
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