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Próxima de retorno ao MMA, Ronda Rousey detona lutadores atuais: ‘Sem graça’

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Facebook Ronda Rousey

R. Rousey está aposentada do MMA desde 2016. Foto: Reprodução/Facebook RondaRousey

Em rota de colisão para medir forças com Gina Carano na luta principal do primeiro evento de MMA promovido pela Most Valuable Promotions e transmitido pela Netflix, Ronda Rousey vem aproveitando a exposição midiática para dar declarações cada vez mais marcantes. Durante conversa com Kamaru Usman e Henry Cejudo em participação no podcast ‘Pound 4 Pound’ nesta quinta-feira (14), a lutadora desabafou sobre uma série de questões que a incomodam no esporte hoje em dia.

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De acordo com a ex-campeã, a atual política da empresa faz com que tenham surgido preocupações diferentes nos atletas ao longo dos anos. Além disso, a estadunidense também deixou claro não gostar de assistir cenas com demasiado espírito esportivo.

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“Uma coisa que me deixa louca é quando os lutadores saem para o octógono e se dão high-five um com o outro depois de já terem tocado as luvas. Eu fico tipo, ‘Cara, eles literalmente te mandaram tocar as luvas já. Por que fazer de novo?’ Uma vez que o sino toca, é aí que você deve agir como animais. Você vê tanto disso agora porque o incentivo é não perder. Os lutadores pensam, ‘Cara, eu não posso perder duas seguidas ou posso ser cortado’, então eles lutam com cuidado. Volte e assista lutas antigas, como Cain Velasquez vs Brock Lesnar. Você não vê mais lutas assim de verdade. A esportivização do MMA o deixou completamente sem graça”, afirmou.

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Ronda Rousey não compete há quase dez anos

Amanda Nunes e Ronda Rousey se enfrentaram no UFC 207. Foto: Reprodução/Instagram/ufc

Após reinar no Ultimate como a dona do cinturão dos galos (até 61,2 kg.) entre 2013 e 2015, Ronda perdeu a coroa ao ser nocauteada por Holly Holm na luta principal do UFC 193. Após um hiato de mais de um ano, ela foi novamente superada, desta vez por Amanda Nunes em apenas 48 segundos. Este combate aconteceu em dezembro de 2016, e agora o retorno acontecerá quase uma década depois.

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Publicado por
Luís Antonio Cardoso