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Com show na Netflix, Ngannou supera Jon Jones e Tom Aspinall como melhor pesado do MMA? SUPER LUTAS aponta verdadeiro número um

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Ngannou promove luta na PFL. Foto: Reprodução/Instagram/francisngannou

No último sábado (16), em plena Netflix, Francis Ngannou mostrou novamente porque é considerado por muitos um dos melhores lutadores da história do peso pesado (até 120,2 kg). No primeiro evento de MMA da gigante do streaming, realizado na Califórnia (EUA), o assustador camaronês confirmou o favoritismo ao nocautear Philipe Lins brutalmente no primeiro round. Com mais uma vítima em seu cartel, o atleta viu seu hype aumentar e se classificou como o número um da tradicional categoria. Mas, apesar do excelente retrospecto, a concorrência do veterano é de primeira prateleira.

Atualmente, além de Ngannou, o peso pesado possui em destaque Jon Jones e Tom Aspinall. É bem verdade que Alex Poatan e Ciryl Gane disputarão o título interino no UFC Casa Branca, evento programado para acontecer no dia 14 de junho, mas estão atrás do trio. O brasileiro fará sua estreia na divisão, enquanto o francês foi superado por ‘The Predator’ e finalizado por ‘Bones’.

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Curiosamente, se o momento dos pesados está bem distante dos seus melhores dias, no topo, não é tarefa simples apontar o melhor lutador. Ngannou saiu do UFC como campeão, também faturou o cinturão de superluta na PFL, mas, por estar fora da maior organização de MMA do mundo e ter nocauteado atletas sem tanta expressão como Renan Problema e Philipe Lins, muitos têm dificuldade em vê-lo como o número um.

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Jon Jones comemora vitória no UFC. Foto: Reprodução/Instagram/jonnybones

Já Jones, que ainda não sabe se está aposentado, fez apenas duas lutas na categoria (finalizou Gane e nocauteou Stipe Miocic), sendo a última realizada em 2024. Por sua vez, Aspinall estava bem cotado, a ponto de ser classificado por muitos como o futuro da divisão, mas, quando teve a chance de consolidar a posição de maioral, teve trabalho contra o francês antes do duelo terminar em ‘no contest’ por conta das dedadas não intencionais que recebeu do rival nos olhos e viu seu hype diminuir. Para piorar a situação, o trio poderia resolver a questão disputando as chamadas superlutas entre si, mas, quando todos pediam pela realização delas, algo aconteceu e nenhuma saiu do papel.

Inclusive, Jones esteve perto de enfrentar tanto Aspinall quanto Ngannou. Em relação ao primeiro, o norte-americano, como campeão linear, recusou encará-lo, mesmo este tendo o título interino, por mirar o duelo com Poatan na Casa Branca. Em seguida, ‘Bones’ voltou atrás, pediu um valor elevado para lidar com o inglês e, segundo Dana White, houve acordo, mas ele foi quebrado por sua desistência. Jon estava tão decidido a não medir forças com Tom, que abdicou do cinturão. Por outro lado, as negociações envolvendo a lenda do MMA e o camaronês sempre foram complicadas, com cifras inimagináveis entrando em questão. Assim, a alta cúpula do UFC não cedeu ao desejo dos lutadores.

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Tom Aspinall durante treino. Foto: Reprodução/Facebook/tomaspinallofficial

Martelo batido

Com tal cenário, é difícil apontar quem é o melhor lutador do peso pesado atualmente no MMA. Como Aspinall, Jones e Ngannou possuem pontos positivos e negativos, qualquer um pode ser classificado como o líder da categoria, que dá para entender. No entanto, só existe lugar para um profissional no trono e o camaronês tem um trunfo e tanto para ser visto como o principal representante da divisão: sua longa jornada integrando o topo e o rastro de destruição que deixou nela ao longo dos anos.

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