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Ex-campeão cobra maior apoio do UFC após prisão de Dustin Poirier: ‘É assustador’

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Dana White 1

Dana durante entrevista. Foto: Reprodução/Facebook/UFC

A polêmica prisão de Dustin Poirier continua dando o que falar no mundo do MMA. Enquanto alguns nomes como Sean Strickland minimizaram o caso, outros olharam a situação de maneira diferente, como é o caso de Cody Garbrandt. Em Las Vegas para competir contra Adrian Yanez no card preliminar do UFC 329, o ex-campeão dos galos (até 61,2 kg.) abriu o jogo e cobrou por um maior apoio por parte do Ultimate para atletas aposentados durante entrevista ao ‘MMA Junkie’ na última quarta-feira (7).

O argumento levantado por Garbrandt é o mesmo citados por diversas personalidades do esporte. De acordo com ele, a organização chefiada por Dana White deveria amparar mais seus lutadores, por muitos ficam sem rumo após pendurarem as luvas.

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“Rezo para que muitos desses lutadores juntem dinheiro e fiquem limpos para depois (da carreira). Gostaria que o UFC fizesse um pouco mais para nos ajudar com isso. Plano de Saúde, Seguro, Plano de Aposentadoria. Porque é assustador. Deixar algo que você fez por toda a vida. Os pagamentos não estão mais chegando, os patrocinadores não estão mais chegando e você não tem mais aquela adrenalina de perseguir algo”, afirmou.

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Garbrandt pregou respeito a Poirier

Dustin Poirier foi detido em aeroporto nos EUA. Foto: Divulgação.

Ao abordar a questão específica da prisão do Diamante, Garbrandt se mostrou incomodado com a forma como alguns trataram o episódio, enaltecendo os serviços prestados por Poirier ao longo de todos os anos dedicados às Artes Marciais Mistas.

“Sempre persegui a próxima luta, o próximo camp, e é assustador pensar sobre essas coisas, mentalmente, fisicamente e emocionalmente. É por isso que você vê na mídia tantos lutadores passando por coisas assim. Me sinto mal pelo Dustin, fico emocionado só de pensar nisso. Ele é um cara bom e as pessoas estão ridicularizando ele por um erro que cometeu. Ele fez tantas coisas incríveis dentro e fora do esporte, com a fundação que ele criou, as pessoas as quais ele ajudou. Ele cometeu um erro, somos humanos e não perfeitos”, concluiu.

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Publicado por
Luís Antonio Cardoso