Além de Glover Teixeira e Maurício Shogun, conheça os astros do Spaten Fight Night 3

O evento reúne grandes nomes do MMA, boxe, judô e jiu-jítsu em uma noite que promete concentrar estrelas dos esportes de combate

Mauricio Shogun Glover

Poster promocional do Spaten Fight Night 3: Maurício Shogun x Glover Teixeira. Foto: Reprodução/Instagram/spaten_br

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Os ex-campeões do UFC Glover Teixeira e Maurício Shogun medem forças no ringue do Spaten Fight Night 3, marcado para este sábado (29). No entanto, as lendas do MMA não são os únicos astros da noite de gala dos esportes de combate. Com campeões mundiais de jiu-jítsu, medalhistas olímpicos e disputas de cinturão no boxe, o card conta com cinco lutas envolvendo três modalidades.

Com Alex Poatan em seu córner, Glover Teixeira chega ao Spaten Fight Night com um histórico de 33 vitórias e nove derrotas no MMA. O mineiro, que se tornou o campeão mais velho a conquistar o cinturão linear dos meio-pesados (até 93 kg) pela primeira vez no UFC, registrou 18 nocautes e dez finalizações, definindo 85% de seus triunfos profissionais pela via rápida.

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Maurício Shogun Rua, por sua vez, encerrou sua trajetória no MMA com um cartel de 27 vitórias, 14 derrotas e um empate. Conhecido pelo estilo agressivo na trocação, o ex-campeão dos meio-pesados do UFC e vencedor do GP dos médios do PRIDE conquistou 21 triunfos por nocaute ou nocaute técnico, o que representa 78% de suas vitórias.

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Luan Medeiros, promessa do boxe brasileiro

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Luan Medeiros entra em ação no Spaten Fight Night 3. Foto: Divulgação / Spaten

Na luta co-principal, Luan Medeiros defende a bandeira verde e amarela contra o argentino Juan Cruz. O carioca de 31 anos é apontado como uma das grandes promessas do boxe profissional brasileiro contemporâneo. Filho de faixa-preta de jiu-jítsu, iniciou sua trajetória esportiva no judô antes de migrar para a nobre arte aos 14 anos.

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Após construir uma sólida bagagem no boxe olímpico, com cerca de 150 lutas amadoras, Luan migrou para o boxe profissional e manteve um cartel invicto de sete vitórias, sendo quatro por nocaute. Atualmente, o atleta ganhou ainda mais projeção internacional ao assinar com a Most Valuable Promotions, empresa do influenciador e boxeador americano Jake Paul.

‘El Diablo’ argentino

Natural de Ramallo, município da província de Buenos Aires, na Argentina, Juan Cruz despontou como um prospecto da modalidade ao conquistar o cinturão da WBA Fedelatin no peso supergalo. Aos 25 anos e com uma carreira iniciada em 2022, o argentino soma dez vitórias em 15 lutas disputadas.

Bia Souza, campeã olímpica

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Bia Souza entra em ação no Spaten Fight Night 3. Foto: Divulgação / Spaten

Bia Souza, judoca de 28 anos, marcou a história do esporte nacional ao conquistar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, na categoria pesado (+78 kg). Primeira estreante brasileira a ser campeã olímpica individual, a atleta do Esporte Clube Pinheiros e sargento do Exército consolida uma carreira brilhante, que já acumula seis medalhas em campeonatos mundiais, sendo quatro pratas e duas de bronze, além do prêmio de Melhor Judoca do Ano em 2024.

Freguesa israelense

Nascida em Netanya, Israel, Raz Hershko, de 27 anos, é hexacampeã de Grand Slam, tetracampeã de Grand Prix e tricampeã tanto de Copas quanto de campeonatos continentais. A judoca também possui um terceiro lugar em campeonatos mundiais e atualmente ocupa a liderança do ranking da categoria peso-pesado.

No entanto, no Spaten Fight Night 3, Hershko entra no confronto com um retrospecto negativo diante de Bia Souza. A israelense perdeu os seis duelos anteriores contra a brasileira, sendo o último deles na final dos Jogos Olímpicos de Paris 2024.

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Rafaela Silva, símbolo de superação no judô

Rafaela Silva perde medalha em Paris 2024 por regra controversa no judô. Foto: Reprodução/Rafaela Silva

Rafaela Silva perde medalha em Paris 2024 por regra controversa no judô. Foto: Reprodução/Rafaela Silva

Rafaela Silva, judoca carioca de 34 anos, é um dos maiores símbolos de superação e pioneirismo do esporte brasileiro. A atleta se tornou a primeira brasileira campeã mundial, em 2013, e olímpica, em 2016, de forma consecutiva.

Cria do Instituto Reação, projeto social localizado na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, Rafaela deu a volta por cima após sofrer uma suspensão e alcançou a glória máxima nos Jogos do Rio 2016. Em Paris 2024, ainda conquistou uma medalha de bronze na competição por equipes.

Além disso, a brasileira acumula dois títulos mundiais individuais, conquistados em 2013 e 2022, ouro nos Jogos Pan-Americanos e segue brilhando no circuito internacional, com conquistas expressivas como o Grand Slam de Paris.

Prisca Awiti Alcaraz, rival mexicana

Filha de pai queniano e mãe mexicana, a rival de Rafaela Silva, Prisca Awiti Alcaraz, teve seu primeiro contato com o mundo dos esportes ainda jovem, quando integrou uma equipe sub-12 de ginástica artística. Pouco depois, migrou para a prática do judô.

Seu irmão mais velho, Philip Awiti Alcaraz, competiu em nível mundial e conquistou medalhas em Grand Slams, trajetória que inspirou Prisca a seguir os mesmos passos na modalidade.

Com um passado multicultural, a atleta decidiu competir internacionalmente pelo México, motivada pela natureza batalhadora do povo mexicano e pelo fato de ter encontrado no país alegria e acolhimento. Aos 30 anos, é uma das grandes judocas da atualidade, com quatro títulos do Continental Open e uma medalha de bronze no Campeonato Pan-Americano Sênior de Equipes Mistas.

Rivais do jiu-jítsu se enfrentam no Spaten Fight Night

Felipe Preguica Nicholas Meregali

Meregali e Preguiça fazem encarada promocional para a luta no UFC BJJ.. Foto: Reprodução/Facebook/UFC

Felipe Preguiça e Nicholas Meregali protagonizam uma das rivalidades mais acirradas e midiáticas da história moderna do jiu-jítsu. O mineiro Preguiça, de 34 anos, ostenta uma carreira lendária, com 162 vitórias e 27 derrotas no esporte, consagrado por grandes títulos, como o ADCC de 2017 e o tricampeonato mundial da IBJJF.

Já o gaúcho Meregali, de 32 anos, consolidou-se como um competidor dominante e multicampeão na faixa-preta, acumulando três ouros mundiais no quimono, além de um cartel de 93 vitórias e apenas 21 derrotas.

No histórico do confronto direto, Meregali leva a melhor por 2 a 0. O gaúcho finalizou o rival tanto de quimono, em 2018, quanto sem quimono, em 2023.

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