First Class Fight chega em sua terceira edição

Depois de surgir em março desse ano e inovar ao realizar um evento de MMA em uma balada, o First Class Fight já chega a sua terceira edição, que acontece neste dia 18 de setembro, em São Paulo.

Mais uma vez na Pachá, uma das mais conceituadas casas noturnas paulistanas, o FCF volta para mostrar sua força no cenário do MMA brasileiro e conta com um card reforçado eu sua terceira edição. Além disso, vem atraindo um público cada vez mais diversificado e receptivo ao esporte que mais cresce no mundo.

“Nós queremos mostrar que o MMA não é apenas para os praticantes de luta, para aquelas pessoas que treinam uma arte marcial em alguma academia. Estamos levando a modalidade para todas as pessoas que possam se interessar e em um ambiente bacana. O FCF não é um evento somente para o público de luta. É um evento de luta, para um público qualificado”, conta Roberto Godoi, idealizador e organizador do evento.

E a proposta já começa a dar resultado. Atraindo cada vez mais fãs para o evento e para o MMA, a terceira edição do First Class Fight está com os seus ingressos, tanto de pista quanto de camarote, quase esgotados.

Para o evento do dia 18, uma das principais inovações será a realização das lutas em um octógono, assim como nos dos grandes torneios americanos de MMA. Além disso, ele será transmitido pela primeira vez pelo canal de pay-per-view Premiére Combate, da Globosat.

“Com um evento desse tamanho, tínhamos de montar um card à altura e por isso investimos em lutadores de nome no país. Tenho certeza que quem for à Pachá no dia 18 de setembro, vai se divertir tanto pela balada quanto pelas ótimas lutas”, segue Godoi.

Mas antes dos profissionais mostrarem toda a sua capacidade, quem for ao FCF terá um ‘aperitivo’ no octógono. Depois de ver a participação de Theo Becker no reality show ‘A Fazenda’, da TV Record, Roberto Godoi – que além de empresário é um dos mais renomados mestres de jiu-jítsu do Brasil e dono de uma rede de academias – desafiou o ator e modelo para uma luta de submission (jiu-jítsu sem quimono). E o gaúcho aceitou.

“Ele passava da medida. Parecia ser gente fina, mas não gostava do jeito que ele tratava as pessoas. Acho que a conversa é a base das relações, mas qualquer coisa queria ir para cima. Ele tem uma energia que seria boa se ele colocasse em cima do ringue. Estou chamando ele para fazer uma luta para dar um bom exemplo”, desafiou Roberto Godoi.

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