Daniel Cormier não concorda nem um pouco com uma possibilidade bastante inflada recentemente no mundo do MMA: a destituição do título de Islam Makhachev. O ex-duplo campeão do UFC argumentou contra a ideia e a sustentação é muito simples: Jon Jones está em lençóis piores. A análise de ‘DC’ é ao melhor estilo do ditado brasileiro ‘pau que bate em Chico, bate em Francisco’.
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“Sabe o que me irrita? Islam Makhachev disse: ‘Não quero lutar com Ilia Topuria porque ele é um lutador de 66 kg e eu já fiz isso. Me deem outro lutador.’ As pessoas dizem: ‘Tirem o cinturão dele, ele deveria ser destituído.'”, explicou Daniel Cormier em conversa com Chael Sonnen no programa ‘Good Guy/Bad Guy’.
“As pessoas dizem: ‘O Makhachev, ou tira o cinturão ou defende’. Por quê? Nos últimos dois anos, ele lutou contra o Volk, lutou contra o Dustin, lutou contra o Volk de novo e lutou contra o Moicano. Ele lutou contra todos eles, lutou quatro vezes. Nesse período, o campeão dos pesos pesados lutou uma vez.”, disparou Cormier.
A novela do tão esperado confronto entre Jon Jones e Tom Aspinall tem se arrastado tanto que fez com que o inglês alcançasse uma marca histórica dentro do UFC. O nocauteador britânico conseguiu quebrar um recorde amargo para ele, que havia sido estabelecido há 11 anos por um lutador brasileiro dentro da organização: o de mais tempo como campeão interino.

Jon Jones (esq) em encontro com Tom Aspinall (dir). Foto: Reprodução/YouTube
O britânico conquistou o título interino no dia 11 de novembro de 2023, após nocautear Sergei Pavlovich no UFC 295. De lá pra cá, já são 535 dias de domínio do lutador de 32 anos.
O recorde anterior pertencia ao brasileiro e ex-campeão peso galo (até 61,2kg.) Renan Barão, que há 11 anos era o campeão interino mais longevo da organização, com 534 dias.
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