Treinador de Ariane Lipski faz revelação bombástica sobre corte de peso: ‘tumor benigno’

Também marido da lutadora, técnico percebeu o momento em que seria melhor parar de cortar peso nessa sexta-feira (6)

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Ariane da Silva na pesagem para o UFC 316. Foto: UFC

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Ariane da Silva teve sérios problemas em seu camping de treinamento para o UFC 316 e isso refletiu na balança. A brasileira medirá forças com Wang Cong neste sábado (7), no card preliminar no evento. Porém, nesta sexta-feira (6), ‘Lipski’ surpreendeu ao subir na balança 2,7 kg. acima do limite da divisão peso mosca (até 56,7kg.). De acordo com o treinador e marido da lutadora, Renato da Silva, um tumor foi descoberto durante a preparação da atleta para a luta em Newark, Nova Jersey (EUA).

“A gente descobriu um pequeno tumor benigno na (glândula) pituitária que está causando toda essa alteração hormonal com ela”, revelou Renato da Silva ao jornalista Guilherme Cruz, do portal norte-americano ‘MMA Fighting’.

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“Queríamos baixar os níveis de cortisol para que não afetasse a saúde dela. Ao controlar os níveis de cortisol, queríamos causar o mínimo de estresse possível ao corpo dela. E o nutricionista optou por uma estratégia que a faria manter o máximo de peso possível até o fim, e era demais para os últimos dias. Ele não a conhece tanto quanto eu, e achou que ela conseguiria fazer isso.”, afirmou Renato na entrevista. 

O treinador detalhou o momento do dia da pesagem em que a equipe decidiu que era hora de parar de cortar peso.

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“Houve um momento esta manhã em que ela não se sentiu bem. Eu conheço o corpo dela. Ainda havia algo ali para cortar, mas, ao mesmo tempo, suas reações não eram normais. Ela não estava andando direito, piscava muito devagar, tinha visão dupla e não conseguia se concentrar, sua voz soava fraca. Ela estava nos dando sinais perigosos enquanto perdia peso. Ela ainda tinha líquidos no corpo, mas seu estado físico dava sinais de perigo, seu corpo dava sinais de que era hora de parar.”, explicou.

Em situações assim, cabe a adversária da brasileira e a própria Comissão Atlética de Nova Jersey decidir pelo cancelamento ou não do combate, visto que haverá uma desvantagem física no confronto. A luta foi mantida, no entanto, a brasileira precisará 30% da sua bolsa para a adversária como multa.

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