Criado para eleger o atleta mais ‘casca-grossa’ do Ultimate, o título BMF tem passado de mãos em mãos desde seu primeiro dono em 2019. Antigamente nos meio-médios (até 77,1kg.) com Jorge Masvidal e agora no peso leve (até 70,3kg.) com Max Holloway, o título é pauta de discussão sobre verdadeira necessidade de ser disputado no octógono.
Escalado para protagonizar o UFC 318, que ocorre neste sábado (19), Max Holloway se prepara para primeira defesa do título BMF contra Dustin Poirier. Apesar dos holofotes voltados para a disputa, Tom Aspinall vai na contramão da empresa e declara abertamente não considerar importante o status em um duelo de lendas como os norte-americanos.
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“Quer minha opinião honesta sobre esse título? Quero dizer, é um cinturão, mas não é um título mundial. Então o que estamos fazendo aqui? Esses caras (Holloway e Poirier) não precisam de um cinturão. São duas lendas do esporte. Olha o nome deles, o ranking, a quantidade de lutas que eles têm. Não precisamos colocar um título em jogo, para ser honesto”, disse Aspinall em entrevista a TNT.
Apesar da opinião polêmica do atual campeão peso pesado (até 120,2kg.), Holloway e Poirier demonstram discordar da baixa importância defendida pelo inglês. Rumo a trilogia no octógono, os atletas expressam ânimo pela disputa e prometem entregar grande show em Louisiana (EUA), neste sábado (19).
Derrotado nas duas ocasiões por Poirier, Holloway promete dar a volta por cima e admite que não pode registrar em seu cartel o fato de ser o lutador que perdeu as duas trilogias realizadas no UFC até o momento. A outra que se refere é contra Alexander Volkanovski.
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