Rival de Borrachinha provoca e promete ‘justiça’ contra brasileiro no UFC 327

Paulo Borrachinha não luta desde julho do ano passado pelo Ultimate

Paulo Borrachinha é um dos principais nomes do UFC 302. Foto: Reprodução/Twitter/@UFC

Paulo Borrachinha é ex-desafiante ao cinturão dos médios. Foto: Reprodução/Twitter/@UFC

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Azamat Murzakanov e Paulo Borrachinha se enfrentam no UFC 327, no dia 11 de abril, no Kaseya Center, em Miami (EUA), em meio a um clima de tensão fora do octógono. Às vésperas do confronto, o russo utilizou as redes sociais para se dirigir diretamente ao público brasileiro, em publicação feita em português, aumentando a rivalidade e chamando atenção para o duelo.

Nos últimos dias, Murzakanov intensificou sua presença online e passou a explorar a insatisfação de parte dos torcedores com Borrachinha. O movimento tem sido uma maneira de engajar, tentando atrair o apoio dos fãs brasileiros e criar um ambiente ainda mais favorável para si antes da luta.

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“11 de abril, Paulo Costa (Borrachinha) está morto. Eu vou conseguir justiça para todo o Brasil #ufcmiami”, disse Murzakanov em seu perfil do X, antigo Twitter.

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Além da provocação, o russo prometeu mais cedo, também na rede social, nesta segunda-feira (6), entrar no octógono com uma bandeira do Brasil, caso alcance uma meta específica nas redes sociais.

“Se eu conseguir 100 mil seguidores antes da luta, vou entrar com uma bandeira brasileira”, disse Azamat Murzakanov.

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Relacionamento de Paulo Borrachinha com a torcida brasileira

Paulo Borrachinha

Paulo Borrachinha durante entrevista no ‘media day’ do UFC 318. Foto: Reprodução X/BorrachinhaMMA

Do outro lado, em entrevista a ‘Ag. Fight’, Borrachinha já deixou claro que não vê necessidade de apoio dos brasileiros para construir sua carreira. O mineiro destacou o alcance global do UFC e reforçou sua independência em relação à opinião do público nacional.

“Mas, de verdade, eu não preciso do público do Brasil. Eu acho que ninguém precisa, no UFC. Vai fazer o quê lá? Vai vender produto? Vai vender ingresso? Vai vender pay-per-view? Não acho que faz sentido. Sinceramente, minha família é brasileira, meus treinadores são, mas o esporte é internacional”, afirmou na entrevista.

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