Werdum mantém camp vitorioso e se prepara para boxe de Minotauro

Lutadores fazem duelos de técnicos no TUF Brasil 2 Finale, em Fortaleza

F. Werdum (foto) mantém equipe de treinamento para enfrentar R. Minotauro no TUF Brasil 2 Finale

F. Werdum mantém equipe de treinamento para enfrentar R. Minotauro no TUF Brasil 2 Finale

O brasileiro Fabrício Werdum tem um objetivo na carreira: disputar o cinturão dos pesos pesados do UFC. Porém, antes da possível chance pelo título, o atleta gaúcho terá a dura missão de  passar pelo compatriota Rodrigo Minotauro no duelo técnicos do TUF Brasil 2. O combate, que marca uma revanche entre os pesos pesados, acontece em Fortaleza, no dia 8 junho.

Vindo de bons resultados no octógono, Werdum mantém a espinha dorsal da equipe de treinamento que é formada por Rafael Cordeiro, líder da Kings MMA, Renato Babalu, ex-campeão do Strikeforce e hoje no Bellator, o irmão Felipe Werdum e o wrestler Kenny Johnson, ambos seus assistentes no “TUF Brasil 2”. Durante os meses de treino, Wanderlei Silva, Rubens “Cobrinha” e Fabio Gurgel têm dado ajudas pontuais, e continuam no mês que antecede o combate.

“Não precisava mudar nada, mantive o treino de sempre, o padrão. Comecei os treinos no TUF com o Wanderlei e continuei aqui nos Estados Unidos, na Kings MMA, aula particular na academia do Cobrinha e numa universidade, com o Jacob Rocha, wrestler que puxa o gás legal O time encaixou legal. Só trouxe uns caras grandes para simular o tamanho do Minotauro, alguns do boxe, mas ninguém conhecido”, encerrou o gaúcho.

Fabrício Werdum vai desembarcar em Curitiba no dia 26 de maio para fazer a última semana de treinamentos antes de seguir para Fortaleza e seguir agenda do UFC. Até lá, continuará dando atenção especial ao boxe, arma que Minotauro, conhecido pelo jiu-jitsu, desenvolveu ao longo dos últimos anos.

“O Minotauro é aquele cara que treina muito, se dedica bastante, e com certeza vai estar bem preparado fisicamente e tecnicamente. Com a experiência que adquiriu, o boxe passou a ser a parte forte dele. É claro que não posso subestimar o chão dele, mas tenho que tomar muito cuidado com o boxe, porque está funcionando muito bem nas últimas lutas”, analisa.

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