Após ter carreira de sucesso em apresentações na divisão dos leves (até 70,3kg.) e penas (até 65,7kg.), Kayla Harrison surpreendeu o mundo ao anunciar que lutaria no peso galo (até 61,2kg.) para conseguir chance de entrar no UFC. Próxima desafiante ao título da categoria, a lutadora abriu o jogo e admitiu que corte não é saudável.
“É uma tortura. Mas tudo o que eu sempre quis está do outro lado dessa tortura. Sinto que estou sendo refinada no fogo. É um processo muito solitário. É um trabalho mental muito mais difícil do que eu imaginava. Primeiro, era um medo do tipo: “Meu Deus, será que eu consigo fazer isso? E agora, é o medo de: ‘Oh, meu Deus, eu sei o que tenho que fazer para conseguir isso’. Isso definitivamente não é saudável”, declarou Harrison durante entrevista a Ariel Helwani.
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Ao seguir com fala, a lutadora minimizou problema ao reforçar que ‘tortura’ valerá a pena futuramente.
“Não façam isso, crianças. Eu não recomendo. Minha equipe é muito atenta e eu sei o que tenho de fazer. Não é fácil, mas acredito que no final valerá a pena, e faremos isso da maneira mais saudável e segura possível”, concluiu.

Kayla Harrison em pesagem pelo UFC. Foto: Reprodução/UFC
Bicampeã olímpica de judô, Kayla se prepara para disputar cinturão dos galos no UFC 316, em 7 de junho. Grande favorita nas casas de apostas, a norte-americana vive expectativa de roubar trono de Julianna Peña em Newark (EUA).
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