Cinturão BMF deveria ser extinto após UFC 318, diz comentarista do Ultimate

Para Din Thomas, cinturão BMF deveria ser aposentado caso Dustin Poirier consiga conquistá-lo no UFC 318

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Cinturão BMF. Foto: UFC.

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Uma das invenções mais curiosas dos últimos anos no MMA, o cinturão BMF rapidamente se tornou popular entre os fãs do esporte. No entanto, para Din Thomas, o resultado do combate entre Dustin Poirier e Max Holloway no UFC 318 deveria influenciar a continuidade do título simbólico. De acordo com o analista do Ultimate, caso o Diamante consiga vencer o havaiano pela terceira vez e se aposente, ele deveria se tornar o último campeão “mais durão” da história.

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O ex-lutador Din Thomas é comentarista do UFC atualmente. Foto: Reprodução Instagram/dinthomas

Em entrevista ao podcastThe Bohnfire‘ na última terça-feira (29) Thomas, que lutou profissionalmente por 15 anos e também competiu no UFC, disse não enxergar grandes possibilidades para manter o título relevante para os fãs.

“O cinturão da BMF é muito limitado. Todo mundo quer lutar por ele, mas como ele está nas mãos de pesos leves afasta muitas pessoas que deveriam lutar por ele, que poderiam lutar por ele. Então é tipo: ‘O que estamos fazendo com isso?’ Se eles aposentarem o cinturão da BMF com o Dustin, tudo bem para mim. Isso é algo que realmente vai resumir toda a sua carreira, porque o Dustin foi um BMF a carreira toda, e se ele conseguisse conquistar esse cinturão? Qual é, cara. Isso é um conto de fadas. É uma atividade sem precedentes aqui, e eu adoro cada detalhe disso”, afirmou Thomas, que construiu sua carreira na mesma academia de Poirier, a American Top Team.

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Para Din Thomas, o UFC está perdendo lutadores durões

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Dustin Poirier (esq.) e Justin Gaethje (dir.) disputaram o cinturão BMF no UFC 291. Foto: Reprodução/Instagram

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Ao continuar sua argumentação do porquê acredita que a extinção do cinturão BMF seja necessária, Thomas afirmou não enxergar muitos atletas no atual plantel do UFC que preencham os requisitos para competir pelo título simbólico.

“Para ser sincero, o esporte não está tão cheio de BMFs como costumava ser. Agora temos um monte de atletas fazendo lobby por dinheiro e lutas por dinheiro. Não temos muitos BMFs como antes, então acho que eles deveriam simplesmente acabar com isso”, disparou o ex-lutador.

Criado em 2019 e disputado pela primeira vez no confronto entre Nate Diaz e Jorge Masvidal, o nome do cinturão BMF corresponde à expressão “Baddest MotherF*cker”, que basicamente significa um lutador aguerrido e agressivo. Desde seu surgimento até agora, apenas Jorge Masvidal, Justin Gaethje e Max Holloway venceram o título.

 

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