
Deiveson Figueiredo em duelo contra Bruno Moreno no UFC 270. Foto: Reprodução/Instagram
Deiveson Figueiredo tem revelado uma série de problemas que o afligiram antes da derrota do último sábado (3) para Cory Sandhagen no UFC Des Moines. Depois de citar que precisou passar por ‘provações’ pré-luta, o ‘Deus da Guerra’ relatou que também enfrentou uma infecção.
Deiveson sofreu nocaute técnico para Sandhagen após lesionar o joelho ao tentar se recuperar de uma transição no solo. O lutador peso galo (até 61,2kg.) acumulou a segunda derrota consecutiva na organização e vai precisar de um bom tempo para se recuperar. Além disso, o brasileiro perdeu posições no ranking e deixou o top 5.
Entretanto, o ‘Deus da Guerra’ deu detalhes explicando que enfrentava problemas médicos antes da luta. Em entrevista ao ‘Ag Fight’, Deiveson falou sobre uma lesão no maxilar e também uma infecção em consequência de ferimentos causados no camp de treinamento.
“Eu não estava 100% (na hora da luta). Deixe-me ser bem claro: fiquei três semanas parado. Levei uma pancada forte no maxilar e o desloquei. Isso me impediu de treinar pesado por um mês. Então, continuei fazendo posições, continuei fazendo movimentos de manopla, para queimar calorias, para não ficar preso. E na reta final, na viagem, tive alguns arranhões defendendo uma queda, não cuidei direito e infeccionou. Viajei no sábado à noite, às duas da manhã, com febre alta, passei o domingo com febre, a segunda com febre e na terça – a semana da luta – ainda estava com febre pela manhã. Tenho uma bactéria na perna, ainda estou tomando antibióticos – essa bactéria causou minha febre – e onde você aperta com o dedo, há um buraco na minha perna”, explicou Deiveson.
A queda do ‘Deus da Guerra’ ampliou uma sequência negativa para o Brasil em lutas principais do UFC neste ano. Ele é o sétimo representante do país a liderar um card em 2025 e o sétimo a ser derrotado. A lista inclui Amanda Ribas (janeiro), Renato Moicano (janeiro), Gregory Robocop (fevereiro), Alex Poatan (março), Diego Lopes (abril) e Carlos Prates (abril).