
Charles do Bronx e Max Holloway juntos após o UFC 326. Foto: Reprodução/X
Apesar da dura derrota para Charles do Bronx na luta principal do UFC 326 na madrugada do último domingo (8), Max Holloway não deixou Las Vegas de mãos vazias. Sem o cinturão BMF, o Abençoado se tornou mais um lutador a ser premiado com a faixa-preta de jiu-jitsu logo após um duelo de MMA. Ainda nos corredores da T-Mobile Arena, o havaiano posou para uma foto com seu treinador Pedro Sauer, que registrou o momento numa publicação no Instagram.
Sauer é faixa-coral com oitavo dan na arte suave, além de ter sido aluno do lendário Rickson Gracie. Na publicação, ele parabenizou o pupilo por ter se mantido seguro ao longo dos 25 minutos com o maior finalizador da história do UFC.
“O nosso novo faixa-preta, depois de demonstrar uma defesa incrível no UFC”, afirmou o brasileiro.
Tendo base na trocação, Holloway passou a maior parte da carreira evitando adotar uma postura ofensiva na luta agarrada contra seus oponentes. No terceiro confronto com Dustin Poirier, o Abençoado já havia mostrado habilidade ao se defender de uma guilhotina logo após ser levado a knockdown pelo Diamante. Numa entrevista recente, o ex-campeão dos penas (até 65,7 kg.) revelou que não tinha conseguido comparecer ao último exame para faixa-preta promovido pelo mestre por ter sofrido uma lesão. Mesmo com o insucesso, o havaiano pôde anotar mais uma conquista à vasta trajetória no mundo das artes marciais.
“Sou faixa marrom (recebi em fevereiro de 2021). Eu deveria ter feito o exame para faixa preta este ano, mas perdi por causa de lesões. Nosso professor de Jiu-Jitsu, Pedro Sauer, não simplesmente distribui faixas pretas — ele quer que a gente passe em um exame. Eu adoro jiu-jitsu com kimono, gosto mais do que sem kimono. Todo mundo pergunta: ‘Por quê? Você é lutador de MMA’ Irmão, se você não consegue me imobilizar no chão com o kimono, com certeza não vai conseguir sem o kimono”, afirmou em entrevista para a Ag. Fight ao longo da semana do UFC 326.