Sean Strickland diz ter sido vetado do UFC Casa Branca após declarações polêmicas; entenda

Atual campeão dos médios do UFC disse que declarações contrárias a Donald Trump e primeiro-ministro de Israel foram razão para o veto

Strickland comemora vitória no UFC. Foto: Reprodução/YouTube/UFC

Strickland comemora vitória no UFC. Foto: Reprodução/YouTube/UFC

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Um dos nomes mais controversos de todo o MMA, Sean Strickland não será um dos felizardos a assistir o UFC Freedom 250 in loco. Ainda se recuperando da grande vitória contra Khamzat Chimaev, que lhe garantiu a reconquista do título dos médios (até 83,9 kg.), o único campeão estadunidense na organização revelou através de uma publicação nas redes sociais na última quarta-feira (3) que sua presença no show foi completamente vetada pelos engravatados do Ultimate. Neste contexto, ele aproveitou para mostrar seu descontentamento com a relação política entre Donald Trump e Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel.

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Strickland foi questionado por um seguidor sobre a razão pela qual ele não poderia comparecer ao evento, o que ele respondeu dizendo de maneira breve ser uma retaliação por ter feito piadas com o próprio Benjamin Netanyahu e os casos criminais envolvendo Jeffrey Epstein. Num tom um pouco mais sério, ele se mostrou incomodado com a presença do político israelense na noite dos combates.

“UFC na Casa Branca com Netanyahu na plateia. Puro lixo. O único campeão americano masculino banido da Casa Branca porque eu disse que Trump é controlado por Netanyahu. Isso não é opinião pública, é fato”, afirmou o lutador, conhecido por se posicionar de maneira polêmica.

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O presidente Trump no UFC 316, em 2025. Fã declarado de MMA, ele mencionou a intenção de realizar um evento da Casa Branca, o que foi finalmente confirmado como o UFC Freedom 250

O presidente Trump no UFC 316, em 2025. Foto: Reprodução / UFC

Líder do partido de direita Likud, Netanyahu ocupa o cargo desde dezembro de 2022, além de ter tido mandatos entre os anos de 1996 e 1999 e de 2009 até 2021. Ele é o primeiro-ministro mais longevo da história de Israel. Ele também é investigado pelo Tribunal Penal Internacional por acusações de corrupção e uma série de crimes contra a humanidade. Apesar de assumirem a existência de atritos recentes, ele e Donald Trump são aliados políticos.

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