Após polêmica contra Gane, Poatan toma decisão sobre Herb Dean para luta no UFC 335

Poatan não escondeu sua insatisfação com o árbitro após a derrota e revelou se aceitaria trabalhar com o profissional novamente no próximo combate

Poatan machucado

Poatan machucado após ser nocauteado por Gane no UFC. Foto: Reprodução/X/UFC

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Alex Poatan já tem um novo compromisso marcado no UFC, mas existe uma situação que o brasileiro não deseja enfrentar em seu próximo desafio. O ex-campeão de duas categorias do Ultimate encara Sergei Pavlovich no dia 12 de dezembro, em Las Vegas (EUA), pelo UFC 335.

 

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Em entrevista ao canal ‘Connect Cast’, no YouTube, em conteúdo disponibilizado na última sexta-feira (23), o paulista foi questionado se aceitaria ter Herb Dean como árbitro de sua próxima luta. Sem hesitar, o peso pesado (até 120,2 kg) respondeu.

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“Eu não o quero, e não vou querer. Para mim, é um risco. Eu não o quero. Sim, com certeza (é um risco para saúde?). É o que eu disse desde o início. Eu não o quero”, afirmou Alex Poatan.

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A insatisfação do brasileiro com Herb Dean ganhou força após sua última luta, contra Ciryl Gane, em junho, no UFC Casa Branca. Na ocasião, Poatan foi derrotado por nocaute técnico no segundo round, em disputa pelo cinturão interino dos pesados. O resultado gerou reclamações do paulista por causa de golpes na parte de trás da cabeça durante a sequência que antecedeu a interrupção do combate.

Na visão de Poatan, a falta de intervenção de Dean colocou sua segurança em risco. O episódio ajuda a explicar a resistência lutador em trabalhar novamente com o árbitro.

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Relembre a estreia de Poatan nos pesados

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Gane nocauteou Poatan no UFC. Foto: Reprodução/Facebook/UFC

A primeira experiência de Alex Poatan na divisão dos pesados aconteceu no UFC Casa Branca, em 14 de junho de 2026. Na ocasião, o brasileiro enfrentou Ciryl Gane pelo cinturão interino da categoria, mas acabou derrotado por nocaute técnico no segundo round, após uma sequência de golpes do francês.

Apesar do resultado negativo, Poatan mostrou confiança na adaptação ao novo peso e reforçou que o objetivo de conquistar um terceiro título permanece vivo. Antes de subir aos pesados, o brasileiro construiu uma trajetória histórica no UFC, conquistando rapidamente os cinturões dos médios (até 83,9 kg) e dos meio-pesados (até 93 kg), além de protagonizar grandes rivalidades contra nomes como Israel Adesanya e Jiri Prochazka.

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