Promotores acrescentam duas acusações ao caso de violência doméstica de Nick Diaz

Com a mudança no caso, o julgamento de Diaz foi adiado para o dia 31 de julho para que o advogado de defesa possa estudar o processo

N. Diaz foi liberado para lutar no Ultimate após cumprir suspensão de um ano da USADA. Foto: Reprodução/FacebookUFC

Os procuradores do gabinete do Procurador Distrital de Clark County em Nevada incluíram mais duas acusações adicionais em seu suposto crime de violência doméstica do lutador Nick Diaz nesta terça-feira (10). A denúncia acrescenta crimes de violência doméstica por estrangulamento e delitos que resultam em danos corporais. No momento, o norte-americano enfrenta três acusações criminais e uma contravenção.

Diaz foi acusado de crime doméstico por estrangulamento e contravenção que é resultado de um suposto assalto a uma mulher que afirma ser sua namorada em Las Vegas em 24 de maio.

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O advogado de Diaz, Ross Goodman, pediu para rever as acusações adicionais, e o caso foi adiado para 31 de julho.

Em comunicado, Goodman demonstrou surpresa na alteração da queixa contra Diaz.   “Ficamos surpresos que o Estado tenha apresentado uma queixa alterada no tribunal nesta manhã, uma vez que não há novas evidências que justifiquem a cobrança de taxas. Independentemente disso, estamos confiantes de que essa verdade virá à tona justificando o Sr. Diaz após um interrogatório minucioso expondo as alegações inconsistentes e contraditórias da suposta vítima”, afirmou.

Com a mudança no caso, os promotores pediram o aumentou da fiança de Diaz para 100 mil dólares. O motivo seria a gravidade dos supostos ferimentos e foi argumentado que a corte deveria enviar uma mensagem de que não tolera abuso doméstico. O juiz do caso negou o pedido afirmando que Diaz deveria ser tratado como qualquer outro criminoso acusado pela primeira vez por violência doméstica.

O UFC declarou que está conduzindo uma investigação sobre as acusações e monitorando o caso. Diaz foi recentemente liberado para lutar depois de cumprir uma suspensão de um ano pela Agência Anti-Doping dos EUA (USADA).

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