Bethe mostra confiança para duelo com Holm: ‘Acredito em um nocaute ou finalização’

Com apenas uma vitória na últimas quatro lutas, brasileira diz estar confiante para retornar ao caminho das vitórias

B. Correia (foto) vem de empate com M. Reneau (FOTO: Laerte Viana/Super Lutas)

B. Correia (foto) vem de empate com M. Reneau (FOTO: Laerte Viana/Super Lutas)

Principal atração do UFC Singapura, que acontece na manhã deste sábado (17), Bethe Correia está confiante para retornar ao caminho das vitórias. Para isso, terá que superar a ex-campeão peso galo feminino Holly Holm, que também não atravessa um bom momento. A brasileira, no entanto, garante que a pressão por um bom resultado não irá atrapalhar na hora da luta, e acredita que o triunfo acontecerá antes dos 25 minutos previstos.

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“Vencerei, sem dúvida. Não quero que a luta dure cinco rounds, quero acabar antes porque estou precisando de um resultado assim. Acredito em uma finalização ou um nocaute no segundo ou no terceiro round. Ela está vindo pra não perder. A derrota no MMA é muito difícil, tem uma vaidade muito grande, as pessoas não suportam a sensação da derrota e o que vem depois da luta. Existe uma pressão em cima dela para vencer, sim. Assim como pra mim. Ela tem os motivos dela, e eu tenho os meus”, declarou Bethe, em entrevista ao site ‘Combate.com’.

O duelo contra Holm será a segunda luta principal de Bethe na companhia, que já protagonizou o UFC 190, em agosto de 2015, quando foi nocauteada por Ronda Rousey, em duelo válido pelo cinturão da categoria. A brasileira, no entanto, garante que a situação é completamente diferente.

“A sensação de fazer a segunda luta principal é bem diferente da primeira. Contra a Ronda eu estava com a emoção muito à flor da pele, e a luta teve uma repercussão imensa, poucas lutas tiveram uma repercussão igual àquela, dá pra contar nos dedos. E aquela foi a primeira vez que eu treinei para cinco rounds. A luta foi no Brasil, e isso gerou uma pressão grande também. Agora eu fiquei mais experiente, porque depois daquela luta eu ganhei, perdi e amadureci. Agora estou muito diferente, e não podia ser de outra forma, porque a gente sempre evolui quando trabalha sério”, disse a brasileira, que completou afirmando que não espera ser provocada pela ex-campeã.

“Holly é bem estranha mesmo. Ela não vai entrar em provocação. Ela é sempre assim, meio murchinha, mas na hora vai lá e luta. Eu sou intensa, é o meu jeito. Falo o que eu penso sem medo de julgamentos ou críticas. Ela pareceria falsa se tentasse ser diferente do que é. Não esperava que ela fosse fazer qualquer jogo de provocação, porque não é o jeito dela”, concluiu. s

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