
Poatan comemora vitória no UFC 320. Foto: Reprodução/Instagram/UFC
A temporada de 2026 promete ser uma das mais movimentadas da história recente do UFC. Com campeões consolidados, ex-donos de cinturão buscando reconquistar espaço e uma nova geração batendo forte à porta, o cenário das disputas de título deve passar por mudanças importantes ao longo do ano.
Pensando nisso, a equipe do SUPER LUTAS analisou as categorias e destacou nomes que têm chance real, os que estão muito próximos e aqueles que correm por fora, mas podem surpreender até o fim da temporada.
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Peso palha feminino (até 52,1 kg)
Quem tem chance real
Mackenzie Dern: A brasileira aparece como a principal candidata a terminar 2026 com o cinturão. Evoluída na trocação e ainda dona de um jiu-jitsu de elite, Dern reúne hoje o pacote mais completo da divisão.
Quem está próximo
Virna Jandiroba: Sempre perigosa no chão, Virna precisa de apenas mais uma vitória expressiva para se recolocar definitivamente na corrida pelo título.
Correm por fora, mas podem surpreender
Iasmin Lucindo, Tabatha Ricci, Denise Gomes e Alexia Thainara: O quarteto brasileiro vive bom momento, embalado por vitórias e em ascensão. Um 2026 consistente pode colocar qualquer uma delas no top 5 e, eventualmente, em uma disputa de cinturão.
Peso mosca feminino (até 56,7 kg)
Quem está próximo
Natália Silva: A brasileira está a uma vitória de disputar o cinturão. Técnica, veloz e cada vez mais confiante, Natalia surge como nome fortíssimo para brigar pelo título ainda em 2026.
Peso mosca masculino (até 56,7 kg)
Quem tem chance real
Alexandre Pantoja: Ex-campeão, o brasileiro precisa primeiro se recuperar da lesão para encarar novamente o jovem Joshua Van pelo título da divisão. Se voltar em alto nível, é forte candidato a terminar o ano novamente no topo.
Peso galo feminino (até 61,2 kg)
Quem tem chance real
Amanda Nunes: A “Leoa” traz mais competitividade para a categoria. A luta contra a campeã Kayla Harrison, prevista inicialmente para o UFC 324, foi cancelada por lesão da americana, mas o confronto segue no radar para outro evento.
Quem está próximo
Norma Dumont: Pelo momento da divisão, Norma aparece teoricamente como a próxima da fila e pode se beneficiar de movimentações no topo para alcançar o title shot.
Peso galo masculino (até 61,2 kg)
Quem está próximo
Deiveson Figueiredo: O ex-campeão encara Umar Nurmagomedov no UFC 324. Uma vitória sobre o número dois do ranking pode colocá-lo a uma, no máximo duas lutas de uma nova disputa de cinturão.
Peso pena (até 65,8 kg)
Quem tem chance real
Diego Lopes: O brasileiro desafia Alexander Volkanovski no UFC 325 e chega com grande moral. Caso conquiste o cinturão, tem tudo para se firmar como campeão em 2026.
Quem corre por fora
Jean Silva: Se vencer Arnold Allen no UFC 324, entra de vez no grupo de candidatos da divisão e pode se colocar rapidamente na rota de uma disputa pelo título.
Peso leve (até 70,3 kg)
Quem tem chance real
Charles do Bronx: O brasileiro disputa o cinturão simbólico ‘BMF’ no UFC 326 e, em caso de vitória, tem nome e histórico suficientes para furar a fila de Arman Tsarukyan e chegar a mais uma chance de título linear.
Meio-médio (até 77,1 kg)
Quem está próximo
Carlos Prates: Uma vitória separa o brasileiro de uma disputa de cinturão. O momento é excelente e 2026 pode ser o ano da consagração definitiva.
Peso médio (até 83,9 kg)
Quem corre por fora, mas pode surpreender
Caio Borralho: Após bater na trave contra Nassourdine Imavov, Caio tem a chance de se recolocar no topo caso vença Reinier de Ridder. Um bom desempenho pode recolocá-lo rapidamente entre os principais nomes da divisão.
Meio-pesado (até 93 kg)
Quem tem chance real
Alex Poatan: Se seguir ativo na categoria, o pataxó é o grande favorito a terminar 2026 como campeão. Potência, confiança e aura de estrela.
Peso-pesado (até 120,2 kg)
Quem corre por fora (mas nem tanto)
Alex Poatan: Caso concretize a subida de categoria, o brasileiro pode repetir o feito histórico de conquistar cinturões em múltiplas divisões, no entanto, se tornando o primeiro a vencer três títulos na história. O desafio é enorme, mas o índio já mostrou que gosta de cenários assim.
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