
Bruce Buffer apresenta luta de Melk no UFC. Foto: Divulgação/Facebook/UFC
A luta principal do UFC 329, marcada para este sábado (11), em Las Vegas (EUA), continua cercada de expectativas no mundo do MMA. Em entrevista exclusiva ao SUPER LUTAS, durante a cobertura do Bison Kombat 8, Melk Costa analisou o aguardado duelo entre Conor McGregor e Max Holloway e destacou os fatores que, na visão dele, podem definir o vencedor da revanche.
Representante da Chute Boxe, o brasileiro acredita que o momento favorece Holloway, que chega embalado por uma sequência ativa de lutas. No entanto, Melk ressaltou que o poder de definição de McGregor pode equilibrar completamente o confronto, mesmo após cinco anos afastado do octógono.
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“A gente fala pela lógica, o Holloway é um cara que tá no ritmo, Conor está há muito tempo parado. Só que tem dois pontos: o Holloway não é um cara que nocauteia com uma patada, é o cara que vai construindo o nocaute, além disso, ele está basicamente subindo três categorias. Lutou no peso pena, subiu para o leve, essa transição ainda não está completa e agora vai lutar nos 77 kg”, analisou o brasileiro.
Na sequência, Melk afirmou que McGregor já possui histórico de atuações entre os meio-médios (até 77 kg), fator que pode fazer diferença diante do havaiano. Para ele, a potência dos golpes do irlandês mantém o duelo completamente aberto, principalmente nos primeiros minutos da luta.
“O Conor já é um 77 kg natural, já lutou na categoria, tem a mão muito pesada, é um cara que tem o timing. Acredito que, se for por decisão, o Holloway ganha, mas durante toda a luta existe a chance de o Conor nocautear. Eu sinceramente gostaria muito que o Conor ganhasse para ver ele lutando com o Charles”, completou Melk.
O duelo marca o retorno de McGregor ao UFC após cinco anos afastado das competições e coloca frente a frente dois dos maiores nomes da história recente da organização.
Histórico de Melk Costa no UFC

Melk Costa promove evento do UFC. Foto: Reprodução/Facebook/UFC
Melk estreou no UFC em 2023, aceitando um duelo de última hora contra Thiago Moisés na divisão dos leves, mas acabou derrotado. Depois, voltou ao peso pena, conquistou sua primeira vitória na organização sobre Austin Lingo e, após sofrer um novo revés diante de Steve Garcia, embalou uma sequência de seis triunfos consecutivos.
Durante a sequência, o brasileiro venceu Christian Rodriguez, Morgan Charriere e Dan Ige, além de outros adversários, demonstrando versatilidade ao conquistar duas vitórias por finalização, duas por decisão dos juízes e duas por nocaute. O desempenho o consolidou como um dos brasileiros em maior ascensão no UFC e garantiu sua entrada no ranking da categoria dos penas.
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