Bisping opina sobre os três maiores lutadores da história e explica por que deixou Khabib de fora

O ex-campeão dos médios escolheu Georges St-Pierre, Anderson Silva e Jon Jones como os maiores de todos os tempos no MMA

M. Bisping elegeu G. St-Pierre, A.Silva e J. Jones como os maiores da história (Foto: Reprodução Facebook/UFC)

Muito se discute sobre quem são os maiores lutadores de todos os tempos. A última personalidade a embarcar nessa discussão foi Michael Bisping. Durante participação no podcast Pain Game, o ex-campeão dos médios (até 83,9 kg) do Ultimate elegeu Georges St-Pierre, Anderson Silva e Jon Jones como os maiores da história em sua opinião.

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Ao justificar suas escolhas, Bisping destacou que Anderson Silva e Jon Jones carregam um asterisco ao lado de seus nomes por conta de problemas com doping, enquanto Georges St-Pierre, fica com o topo da lista. O ex-campeão inclusive brincou com o fato de GSP ter sido o homem que tomou seu cinturão dos médios.

“Vou falar as três escolhas óbvias: Anderson, GSP e Jon Jones. Acho que esses três são os maiores. Se não fossem os problemas de Jon Jones, ele seria o primeiro, mas o fato de ele testar positivo (no antidoping) é um ponto negativo, o mesmo para Anderson. Anderson era incrível, ele era o cara e ver o que ele continua fazendo agora no mundo do boxe é inacreditável, mas existe este asterisco perto do nome dele também. Então, acredito que seja Georges St-Pierre. Ele está definitivamente lá em cima. E, se eu vou apanhar pra alguém, se alguém vai tomar meu cinturão, que seja o melhor de todos os tempos (risos)”, analisou Bisping.

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Questionado sobre a ausência de Khabib Nurmagomedov, que se aposentou invicto com 29 vitórias na carreira, Bisping demonstrou respeito pela trajetória do ex-campeão dos leves (até 70,3 kg), mas destacou a longevidade dos três escolhidos em relação ao russo.

“É, ele se tirou dessa discussão. Ele não lutou contra os melhores até o fim da carreira. Quando você compara com GSP, Jones ou Anderson, as caminhadas deles contra competição de classe mundial foram bem mais longas. Quanto ao Khabib, eu sei que foi por causa da morte de seu pai e da promessa para sua mãe, então são circunstâncias diferentes. Mas, por esses motivos, quando você olha para o currículo, mesmo que ele tenha aposentado invicto, os currículos não são equivalentes. E digo isso com um enorme respeito ao Khabib, longe de mim querer diminuir sua carreira porque eu jamais sonharia em fazer o que ele fez”, afirmou o britânico.

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