Rory MacDonald diz que precisava perder e garante: ‘Estou muito motivado’

Canadense também afirmou que já negocia sua volta ao octógono

R.McDonald (foto) vcaiu uma posição no ranking de meio-médios. Foto: Josh Hedges/UFC

R.McDonald (foto) vcaiu uma posição no ranking de meio-médios. Foto: Josh Hedges/UFC

Se engana quem pensa que Rory MacDonald está decepcionado com a derrota para Robbie Lawler no UFC 167. O revés, que derrubou o canadense no ranking dos meio-médios e o afastou de uma possível disputa de cinturão, foi visto com bons olhos por MacDonald, que chegou a admitir que estava acomodado em meio a uma grande sequência positiva. Em entrevista ao site “MMA Fighting”, Rory garantiu que agora, no entanto, recuperou sua motivação.

“Tudo estava vindo muito fácil para mim nos últimos três anos, desde que perdi para o Carlos (Condit). As lutas estavam sendo muito tranquilas, e eu simplesmente sentia, tipo, ‘Uau, isso está ficando muito fácil!’. Então meio que baixei minha guarda um pouco. Eu precisava perder. Eu precisava entrar em uma luta dura. Estou muito motivado, mais do que nunca agora. Estou muito faminto. Sinto que tenho aquele fogo de novo”, assegurou o canadense.

Criticado após suas últimas lutas por adotar um estilo burocrático, MacDonald fez coro aos comentários negativos e se mostrou insatisfeito com suas mais recentes atuações. “Eu quero me expressar quando estou lá dentro, como um artista pintando um quadro. É basicamente auto-expressão para mim, e não fiz isso nessas últimas duas lutas neste ano. Eu não gostei delas. Não saí do cage sabendo que me diverti. Normalmente, vencendo ou perdendo, nas minhas lutas no passado, eu sempre me diverti. Este ano, não me diverti lutando”, afirmou.

Por fim, o canadense também revelou que já negocia seu próximo combate e, mesmo sem revelar o nome de seu adversário, mandou um recado intimidador a quem vier a dividir o octógono com ele. “Deve ser anunciada logo (minha próxima luta), tenho certeza. Não é uma luta ruim, com certeza. É muito motivadora. Tenho aquele fogo de volta e é uma boa sensação. Quando penso em lutar, quero entrar lá e esmagar alguém. Quero que meu oponente chore no vestiário. Quero que eles fiquem com medo de mim. Apenas quero machucar alguém, e esse é o tipo de mentalidade que você precisa ter. Em 2013, não foi assim para mim. Mas agora é”, concluiu.

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