Jones critica pressão do UFC por revanche contra Gustafsson: ‘Não achei profissional’

Segundo campeão dos meio-pesados, organização praticou técnicas de bullying para forçá-lo a aceitar o combate

J. Jones (foto) reencontra Gustafsson no dia 27 de setembro. Foto: Josh Hedges/UFC

J. Jones (foto) reencontra Gustafsson no dia 27 de setembro. Foto: Josh Hedges/UFC

Nas últimas semanas, o campeão dos meio-pesados Jon Jones foi alvo de forte pressão dos fãs para aceitar a revanche contra o sueco Alexander Gustafsson – embora tivesse declarado diversas vezes que preferia encarar Daniel Cormier. Para o próprio Jones, as manifestações foram incentivadas pelo UFC, que, segundo o atleta, usou técnicas de “bullying” para forçá-lo a aceitar o duelo.

“Eu meio que identifiquei como uma técnica de queda de braço da parte deles, tentando fazer os fãs pressionarem pela luta e anunciando ela de forma prematura. Não é que eu não tenha assinado um contrato, eu não tinha ouvido aquela data antes. Eu achei que não foi profissional, que usaram técnicas de bullying”, disse Jones, em entrevista ao podcast “The MMA Hour”.

Em setembro do ano passado, Alexander Gustafsson impôs a Jon Jones o combate mais duro de sua carreira, mas acabou derrotado na decisão dos juízes. O confronto foi eleito a “Luta do ano de 2013” no World MMA Awards, considerado o “Oscar do MMA”. A organização do UFC já confirmou que a aguardada revanche entre os atletas vai acontecer no próximo dia 27 de setembro, praticamente um ano após o primeiro encontro entre os atletas, em local ainda a ser definido.

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