Weidman explica saída do UFC 181 e diz que lesão na mão é antiga

Campeão dos médios recentemente descobriu que sua mão esquerda havia sofrido uma fissura há alguns meses

Weidman postou em seu Instagram foto com a mão engessada. Foto: Reprodução

Weidman postou em seu Instagram foto com a mão engessada. Foto: Reprodução

Chris Weidman, que enfrentaria Vitor Belfort na luta principal do UFC 181, em dezembro, teve de abandonar o compromisso e adiar sua próxima defesa de cinturão. No entanto, a lesão na mão que o retirou do evento não é nenhuma novidade para o atual campeão dos médios do Ultimate. Em entrevista ao site norte-americano “Newsday”, Weidman revelou que sofria com a contusão desde meados de junho, quando sentiu pela primeira vez os incômodos na mão esquerda. De acordo com o lutador, as dores eram tantas que o atrapalhavam para “escovar os dentes ou abrir a porta do carro”.

Porém, após fazer exames, foi detectado que Weidman sofria problemas com os ligamentos da mão, o que deveria melhorar em questão de semanas. Meses depois, as dores persistiam. “Fiquei confuso demais com essa mão”, disse o norte-americano.

Durante seu treinamento para enfrentar Belfort, Weidman decidiu prosseguir mesmo com a mão machucada. Em uma sessão de sparring com o também atleta do UFC Stephen Thompson, Weidman levou uma pancada na mão machucada, o que agravou ainda mais a lesão. “Isso me matou. Eu não consegui sequer mexer a minha mão por três ou quatro dias”, contou o campeão.

Intrigado, Weidman decidiu, na última segunda-feira (22), procurar por um médico referência na área de ortopedia da mão. Após exames detalhados, foi detectada uma fissura antiga no local, que não havia sido vista nas consultas anteriores. Assim, Weidman precisou imobilizar a mão e, consequentemente, adiar o combate com Belfort.

Apesar de ter ficado chateado, o norte-americano se mostrou aliviado por ter descoberto a lesão. “Fiquei feliz em ver que não estou louco”, contou. Weidman revelou que sua mão deverá permanecer engessada por um período que pode ir de quatro a seis semanas. Caso não haja nenhum imprevisto, o combate contra Belfort deverá ser reagendado para fevereiro.

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