O retorno de Daniel Willycat ao octógono, depois de dois anos, foi digno de muita comemoração. O brasileiro neutralizou Jeong Yeong Lee na luta de penas (até 65,7kg.) realizada no card preliminar do UFC 315, no último sábado (10). O atleta da ‘Chute Box’ ficou com a vitória por decisão unânime dos juízes. Ao que parece, o mineiro se achou na divisão acima da que vinha figurando, a dos galos (até 61,2kg.).
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Em entrevista ao ‘Mesa Redonda’, do SUPER LUTAS (veja aqui), Daniel foi questionado se apresentações na categoria dos penas agradaria à organização. O lutador explicou que independentemente das necessidades da empresa, a mudança foi uma medida tomada em nome da própria saúde.
“Vou falar a verdade: eu nem penso muito em relação a organização sobre a dificuldade de bater peso. A questão agora é de saúde mesmo. Eu quase morri. As pessoas acham que eu só passei mal, de boa. Não foi. Eu quase ‘fui pro saco’. Tive falência renal e desmaiei cinco vezes.”, disse em entrevista ao ‘Mesa Redonda’, do SUPER LUTAS.
Sobre um próximo adversário, Willycat foi direto: não quer investir no chamado ‘trash talking’. Com a confiança lá no alto, o atleta está disposta a encarar quem for colocado no seu caminho.
“Eu até falei o nome do Dan Ige ali na coletiva pós luta, é porque a gente tem que entregar um nome. A gente tem visto que só é lembrado quem fala, quem pede… Mas eu não quero ficar desafiando ninguém em rede social, desafiando ninguém em entrevista. Eu não sou este tipo de atleta, de ficar no ‘blablabla’ e incomodando os outros. Eu detesto isso para falar a verdade. Eu sou um cara que, se eles me mandarem o Evloev, eu vou matar no peito e vou brigar com esse cara. Eu sou assim. Mas eu acredito que logo logo o UFC tem um nome para mim. Eu tenho certeza disso.”
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