
Poatan comemora vitória no UFC 320. Foto: UFC News / Twitter
A instabilidade em torno do UFC 324, previsto para o dia 24 de janeiro, em Las Vegas (EUA), virou tema de debate nas redes sociais após Renato Moicano publicar um vídeo analisando o momento do card. Para o peso leve (até 70,3 kg.) brasileiro, o cancelamento da aguardada luta entre Kayla Harrison e Amanda Nunes expôs uma fragilidade maior do evento, que, segundo ele, perdeu relevância e passou a depender de uma estrela específica para não naufragar: Alex Poatan.
Em seu canal do YouTube, Moicano disse que o problema vai além de uma simples mudança no card. O lutador destacou que o UFC vive um momento de forte pressão comercial, especialmente após o acordo bilionário com a Paramount+, que exige grandes atrações para sustentar assinaturas e manter o interesse do público geral.
“E não foi só a luta entre Kayla Harrison e Amanda Nunes que foi cancelada, todo o UFC 324 pode estar em risco porque, na minha opinião, esse cara (Pimblett) nem deveria estar lutando por um título e essa luta não sustenta um contrato de 7 bilhões de dólares que precisa impressionar os fãs no primeiro semestre de 2026…
Dana White disse que está sob uma pressão enorme, e com a luta da Amanda Nunes cancelada, o que sobrou de realmente espetacular neste card? Absolutamente nada…. E quem eles vão ter que chamar para salvar o UFC 324? Na minha opinião, quem vai salvar o UFC 324 é o Alex Poatan.
Não é a primeira vez que ele faz isso, e ele vai fazer de novo, e dessa vez será no peso pesado… (Poatan) vai aceitar essa luta com apenas algumas semanas de antecedência e se tornará o campeão peso pesado do UFC, fazendo algo inédito”, disse Moicano.
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Alex Poatan no UFC 324?
Na leitura de Moicano, o cenário indica improviso nos bastidores e uma mudança de planos de última hora. Ele acredita que o UFC tinha uma grande luta engatilhada, mas precisou segurar o anúncio após problemas envolvendo Kayla Harrison.
É nesse contexto que Alex Poatan surge como a peça-chave para “salvar” o UFC 324. Para o peso leve, o índio não só aceitaria uma luta de última hora, como faria história novamente. No entanto, nenhuma informação oficial da organização ainda foi divulgada.
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