Paddy Pimblett surpreende e sonha com duelo com Conor McGregor depois do UFC 329

Vindo de derrota, Paddy Pimblett encara Benoit Saint-Denis na luta co-principal do UFC 329

Paddy Pimblett

Paddy Pimblett promove evento do UFC. Foto: Reprodução/Facebook/UFC

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Um dos nomes mais populares do MMA europeu, Paddy Pimblett retorna ao octógono mais famoso do mundo neste sábado (11) contra Benoit Saint-Denis, outro prospecto da divisão dos leves (até 70,3 kg.). Lado A da luta co-principal do UFC 329, o britânico está de olho na possibilidade de encarar Conor McGregor, que retorna de um hiato de cinco anos e mede forças com Max Holloway na última atração da noite.

O Malvado falou sobre o assunto em entrevista ao próprio UFC durante a fase final da preparação. Apesar de pregar cautela e deixar claro que os resultados deste final de semana vão definir o futuro, ele se colocou à disposição para medir forças com o Notório mesmo que fora da sua categoria de peso natural.

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Paulo Borrachinha é representante brasileiro no UFC 302. Foto: Reprodução/Twitter/@UFC

“A luta perfeita para mim seria Conor (McGregor). É maluco estar no mesmo card de Conor McGregor. Provavelmente vai ser o UFC mais assistido da história. Se McGregor vencer e eu vencer, quero lutar novamente antes do final do ano. Posso lutar com ele no Madison Square Garden nos meio-médios? Precisamos ver o que vai acontecer”, afirmou.

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Paddy Pimblett vem de derrota para Justin Gaethje

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Justin Gaehtje em vitória contra Paddy Pimblett. Foto: Reprodução/Instagram.

Segundo ele, o revés no confronto com Justin Gaethje ajudou na percepção do público em relação a ele, por mais que não se trate de uma vitória. Os dois se enfrentaram pelo cinturão interino dos leves (até 70,3 kg.), com o estadunidense vencendo por decisão unânime. Mais recentemente, o Destaque chocou o mundo ao acabar com a invencibilidade de Ilia Topuria em plena Casa Branca.

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“Eu venci sete lutas seguidas, mas não acho que minhas ações subiram tanto em comparação com a derrota na última luta. Derrotei nomes como Michael Chandler, Bobby Green e Tony Ferguson, mas tive a cabeça socada por cinco rounds e minhas ações subiram. Subiram porque tive uma guerra de cinco rounds com uma lenda como Justin Gaethje”, concluiu.

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